Budapeste – 3º Dia

Depois do dia agitado de ontem, hoje estava previsto algo mais calmo. Menos coisas para ver, menos para andar. Hoje era já considerado o último dia. No dia seguinte já tínhamos que apanhar o avião de volta para casa.

O planeado para hoje:
1 Horror House
2 Museu de Belas Artes
3 Praça dos Heróis
4 Castelo de Vajdahunyad
5 Termas Széchenyi

Como vos tinha dito no post sobre o nosso primeiro dia, tínhamos decidido não ir ao Horror House, por isso essa parte  foi imediatamente excluída. O resto era tudo perto umas coisas das outras.  A caminhada até nem que foi comprida, mas como estava a nevar imenso estávamos desejosos de chegar. O museu de belas artes fica na praça dos heróis (Hősök tere) tal como o palácio da arte. O que é uma pena. Porque o que queríamos ver era o museu de belas artes e acabámos por parar, em erro, no de arte. Nunca houve dinheiro tão mal gasto. Só valeu mesmo a pena porque fugimos um bocado da neve. A praça dos heróis  (Hősök tere) é uma das mais importante da Hungria. No centro desta praça encontra-se o Memorial do Milénio, assim chamado porque a sua construção teve início no ano em que a Hungria, como estado, fazia mil anos. No topo da coluna central encontra-se a estátua do arcanjo Gabriel. A toda a volta existem estátuas que representam os líderes das sete tribos magiares que fundaram a Hungria e outras personagens determinantes na história deste país.

Depois de admirarmos esta praça seguimos caminho para a zona do castelo de Vajdahunyad. Este castelo, assim como a praça dos heróis, também foi construído para comemorar os 1000 anos de idade da Hungria. Nesta zona podemos também encontrar o museu da Agricultura (Magyar Mezogazdasagi Muzeum) e o jardim da cidade, nome dado a toda esta localidade. Como estava a nevar, a paisagem não podia ter sido mais de sonho. Como fomos no inverno havia também uma pista para patinagem no gelo.

Como estava mesmo frio e a nevar, decidimos passar para a zona das termas. Desta vez eram as termas Széchenyi. Estas são provavelmente as mais conhecidas de Budapeste. Aqui encontra-se o maior complexo deste tipo de banhos, com 21 piscinas diferentes. Existem piscinas de diferentes temperaturas e existem 2 exteriores. Aqui também existem várias saunas e banhos-turcos. Até existe uma sauna com cheiro a mentol. Nós apesar de tudo, preferimos as termas que fomos no primeiro dia, as termas Gellért. Mas confesso que  neste momento não me importava nada de lá estar outra vez. Agora já podemos dizer que estivemos dentro de uma piscina de água quente, no exterior, enquanto nevava. Quantas pessoas se podem gabar disto? Nós realmente somos uns sortudos.

Por volta das 5 horas decidimos ir embora. Não porque estivéssemos fartos, mas porque tínhamos consciência que ia estar muito frio quando anoitecesse e ainda tínhamos uma caminhada para fazer. Pelo caminho ainda parámos para comer mais um “bolo chaminé”. Desta vez foi no Street Cakes. 

Para o nosso último jantar em Budapeste, quisemos experimentar outro restaurante de comida tradicional húngara. Desta vez fomos ao Kék Rózsa. É um restaurante muito simples, bem perto do hotel onde ficámos e ao pé da grande sinagoga de Budapeste. Para entrada pedimos queijo frito (que pelos vistos também é um pitéu da Hungria) e o menu de inverno que incluía uma sopa de vegetais com dumplings, peito de frango grelhado com cogumelos, queijo ralado, batatas fritas acompanhado de uma salada com beterraba, pepino em vinagre e uns pimentos amarelos muito picantes. Para sobremesa experimentámos uma espécie de puré de castanhas com chantilly. Eu sei que a sobremesa levava álcool, mas agora não me lembro do que era. Rum?? Hum, não me lembro. O meu namorado para terminar quis experimentar uma bebida alcoólica, tradicional da Hungria, a pálinka. Ele já me andava desde o primeiro dia a dar dicas para a experimentar. A pálinka é uma bebida resultante da destilação dupla de frutas, o que faz que o teor de álcool esteja entre os 40 a 70%.  Ou seja, em termos leigos é uma aguardente forte. Até o meu namorado não a conseguiu beber toda. A única coisa boa é que existem vários sabores de pálinka para escolher. Foi sempre bom para experiência.

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Budapeste – 4º Dia

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Hungria – Budapeste

Budapeste – 1º Dia
Budapeste – 2º Dia

Budapeste – 2º Dia

Este era o dia em que tínhamos planeado ver mais coisas. O programa para hoje era:

1 Basílica Santo Estevão
2 Parlamento Budapeste
3 Shoes on Danube Bank
4 Igreja Matias
5 Bastião do Pescador
6 Castelo Buda
7 Galeria Nacional da Hungria
8 Museu da História Húngara

Começámos por isso o dia bem cedinho, às 8 da manha já estávamos a sair do hotel. Primeiro como estava planeado, fomos ver a Basílica de Santo Estevão. Este é um dos edifícios mais bonitos de Budapeste, tanto por dentro como por fora. Mas para nós, se por fora é bonito, por dentro é espectacular. As pinturas, os vitrais, tudo é lindíssimo. Tenho a dizer que o meu namorado ficou mesmo impressionado e isso é dizer muito. As fotos não conseguem expressar a beleza fantástica deste monumento.

Depois fomos para um dos mais icónicos monumentos desta cidade, o Parlamento de Budapeste. Com as suas cúpulas avermelhadas, a sua grandeza, tudo faz lembrar Budapeste. Aqui a visita guiada é obrigatória e tem que ser marcada. Como ainda nos faltava mais de meia hora para a hora da nossa visita decidimos ir ver o memorial “Shoes on Danube Bank” que traduzindo em português é: Sapatos à margem do Danúbio._DSC0342 Este é um memorial aos judeus mortos à margem do rio. São esculturas de sapatos que representam os judeus que eram obrigados a despir-se e a descalçar-se antes de serem mortos. Os seus corpos caíam no rio e eram levados pela corrente. É um memorial bastante impressionante que nos leva a pensar sobre a humanidade. Não é para ser como a maior parte das pessoas faz, tirar selfies com esta estátuas. O meu pensamento é “Está tudo doido?” É assim tão importante mostrarem aos outros que ali estiveram que fazem figuras de parvos a tirar uma foto a sorrir perto de algo que representa um episódio horrível da história? Eu acho que algumas pessoas deviam mesmo pensar nas suas prioridades e nas suas acções. É realmente muito triste e ignorante quem tira este tipo de fotos.Depois de nos revoltarmos com a estupidez das pessoas, voltámos ao Parlamento para a nossa visita guiada. Ficámos a saber que este é o maior edifício de Budapeste e o segundo maior parlamento da Europa. O seu interior é altamente luxuoso, onde se pode encontrar a coroa do primeiro rei Húngaro. Estima-se que na sua construção estiveram envolvidos  meio milhão de pedras preciosas e 40 kg de ouro.

Depois da nossa visita guiada, já era cerca da 1 da tarde. Era altura de passarmos para o outro lado do rio, para visitar o que nos faltava,agora na zona Buda. Em primeiro agendado estava a igreja Mathias e o Halászbástya (bastião dos Pescadores). Estou aqui a colocar os dois juntos, porque eles ficam ao lado um do outro. Estes monumentos ficam na colina do castelo do Buda. O bastião dos Pescadores começou a ser construído no ano em que a Hungria fez 1000 anos, em homenagem às sete tribos que a fundaram. Cada torre representa uma tribo. Daqui tem-se uma bela vista para a cidade e normalmente a entrada é gratuita. A igreja Mathias, assim chamada devido ao rei Mathias que se casou nesta igreja duas vezes, é uma homenagem a nossa Senhora e era a igreja principal na zona Buda, na época medieval.

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Depois de nos perdemos um bocado por aqui a apreciar a vista, fomos para a zona do castelo propriamente dita. Também é onde se encontra a Galeria Nacional e o museu da História. Foi mesmo por aqui que começámos, pela Galeria Nacional. Na galeria, pudemos ver obras de arte húngara desde a Idade Média até ao século XX.

Como por esta altura já estávamos a ficar cansados decidimos não ir ao museu da História. Demos uma voltinha pelo castelo e decidimos voltar para o lado de Peste. Como também já estávamos a ficar cheios de fome, isto já eram 4 da tarde, decidimos ir comer outra vez ao Market. Mas foi uma decepção. Depois de quase 40 minutos a andar, encontrámos o Market fechado. Pelos vistos ao sábado encerra às 3 da tarde e no domingo está fechado o dia todo. Para enganar a fome fomos a uma pastelaria, a Auguszt Cukraszda. É uma das pastelarias mais bem avaliadas de Budapeste. Infelizmente, não tenho fotos porque estávamos sem bateria nos telemóveis e com um humor horrível. Mas podem sempre fazer uma rápida pesquisa na Internet e logo vêem se vale a pena (vale). Vejam em: http://www.augusztcukraszda.hu/

Apesar de termos enganado a fome com uma fatia de bolo e com um chocolate quente com chantilly (eu sei, só gula), quisemos ver se encontrávamos algo mais substancial. Andámos pelos lados do nosso hotel e encontrámos algo que queríamos experimentar (outra delícia húngara): Lángos. Este fast-food húngaro é feito de massa de pão frita em forma de pizza, a qual pode ser comida simples ou juntar outros ingredientes, como queijo, fiambre e sour cream no nosso caso. E, sim depois disto já estávamos bem mais contentes.

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Eram 5 e meia da tarde e daí a uma hora tínhamos um cruzeiro no Danúbio. Em quase todos os sítios onde se pesquise um pouco sobre o que fazer em Budapeste, o cruzeiro no Danúbio encontra-se mencionado, principalmente o cruzeiro à noite. E claro está, não íamos perder a oportunidade. Existem várias empresas que fazem estes cruzeiros e nós escolhemos Legenda Sightseeing Boats, não só porque era o que tinha as melhores reviews mas também porque era a única companhia que ainda tinha lugares para aquele dia (tínhamos os comprado no dia anterior). Também podem escolher o cruzeiro que inclui jantar, mas nós foi mesmo só o passeio com 1 bebida incluída. E sim, vale a pena. Vê-se Budapeste numa outra dimensão, é uma experiência única. O meu namorado fez um vídeo de toda a nossa viagem e cada vez que o vejo, a beleza de Budapeste me surpreende. O cruzeiro demorou cerca de 1 hora e em seguida fomos jantar. Nós numa das vezes que tínhamos ido em direcção ao hotel, tínhamos reparado num restaurante que tinha preços bastante acessíveis. Como nós queríamos experimentar comida tipicamente húngara, acabámos a jantar neste restaurante, o Puli. Eu pedi frango paprikash com dumplings e o meu namorado pediu Toltott Kaposzta que é couve recheada com carne. O que tenho eu a dizer em relação à comida? O meu não tinha sal e o do meu namorado tinha sal a mais. Não foi assim uma experiência que diga que gostaria de repetir. Talvez pedir a mesma comida sim, mas noutro restaurante. O que até nos admirou porque o restaurante estava cheio.

Para acabarmos a noite, depois deste falhado jantar, fomos outra vez para o Szimpla Kert. Aquilo já estava cheio apesar serem apenas 8 e meia, mas depois de andarmos às voltas, conseguimos uma mesinha no sítio das shishas. Experimentámos uma com sabor a pina colada. Ainda bebemos uma cervejita e deixámo-nos ficar até às 11 e meia. Apesar de ter sido um dia muito comprido, aquele final deu para relaxar e ainda nos rirmos das nossas figuras a fumar a shisha.

Se lá forem, aconselho-vos a ir cedo como nós. Quando saímos às 11 e meia havia uma fila enorme para entrar.

Para seguirem o resto da viagem

Budapeste – 3º Dia

Budapeste – 4º Dia

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Budapeste – 1º Dia

Hungria – Budapeste

Budapeste – 1º Dia

Para esta viagem, eu é que tinha delineado o nosso plano. Uma das coisas que não podíamos perder eram os famosos banhos turcos e por isso até tinha arranjado maneira de irmos a dois diferentes, um no primeiro dia e outro no último.

Para hoje estava planeado o seguinte:
1 Museu Nacional da Hungria
2 Holocaust Memorial Center
3 Gellért Hill
4 Citadella
5 Termas Gellért

Assim depois de um bom pequeno-almoço, que para mim o melhor foram uns folhados com queijo e doce que eram uma delícia e para o meu namorado foi haver mais de uma qualidade de salsichas, seguimos para o museu nacional da Hungria (Magyar Nemzeti Múzeum). Como a localização do hotel era mesmo espectacular, estávamos basicamente a 10 minutos a pé das primeiras paragens delineados no nosso (meu) plano.

O museu é um edifício muito bonito (tanto por dentro como por fora). O museu por fora tem enormes colunas que lembra um templo romano.  Por dentro, existem várias colunas de mármore e os tectos e as paredes com pinturas impressionantes. Este museu exibe peças desde a pré-história até os dias de hoje, dando a conhecer toda a história da Hungria.

Em seguida, fomos ao Holocaust Memorial Center. Como o nome diz, este edifício é um memorial às vítimas do Holocausto. Eu confesso que esta visita me deixou bastante triste, eu sou uma pessoa facilmente impressionável e ver as fotos, os textos e documentários sobre o que as pessoas sofreram durante este horrível período da história, deixaram-me meio macambúzia.

E não fui a única, o meu namorado sentiu-se igual. Existe outro monumento assim, “A Casa do Terror” que estava planeado visitarmos no último dia, mas decidimos em não ir (e depois até descobrimos que estava encerrado nesta altura para manutenção anual). Aqui também existe uma sinagoga onde se pode rezar (confesso que foi a primeira vez que entrei numa).

E assim passámos à fase seguinte. Hoje, o almoço estava planeado ser no Great Market Hall. Como não tínhamos fome nesta altura, porque ainda era ainda meio dia e tínhamos tomado o pequeno-almoço só há duas horas, decidimos ir lá espreitar o mercado, mas comíamos depois na volta. Basicamente, e em termos muito gerais é um grande mercado. Tem dois pisos, o de baixo é o mercado propriamente dito, onde se vende vegetais, carne, fruta, queijos, padarias, e no andar de cima tem vários sítios onde se pode comer e comprar as famosas lembranças que tanto os turistas gostam (nós comprámos aqui o nosso habitual íman para o frigorífico).

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Seguimos para a ponte que fica mesmo ao lado do mercado, a ponte da Liberdade e assim entrámos na zona de Buda. Na nossa visita a esta cidade, descobrimos porque esta se chama Budapeste. Existem duas zonas, a Buda e a Peste que estão divididas pelo rio Danúbio. A zona de Buda é a zona mais histórica, onde se encontra a Citadella, enquanto a zona de Peste fica do outro lado do rio e é a zona mais moderna da cidade (o nosso hotel ficava nesta zona).Ao passar a ponte, vimos uma espécie de castelinho de feitio engraçado, pois parecia enfiado na rocha. O meu namorado ficou logo em pulgas para lá irmos. Descobrimos que afinal é uma igreja, a Gellérthegyi Barlang, a Igreja da Pedra em português. E o nome é bem lhe dado, afinal é uma igreja escavada na rocha. Apesar de ser muito simples, não deixa de ser impressionante.

Agora “escalar” a colina até à Citadella. É uma subida de cerca de 20 a 30 minutos. Sempre havia outras opções como os autocarros, mas também se faz bem a pé e há imensa gente a fazer o percurso desta maneira. Lá em cima, a vista sobre a cidade é espectacular. Mas também não fosse este o ponto mais alto da cidade. A citadella é um forte que desempenhou um papel importante na história militar do país, devido ao local onde se encontra. Na parte central encontram-se 3 estátuas. A maior chama-se estátua da Liberdade construída em 1947 e representa a libertação da Hungria da Uniao Soviética na segunda guerra mundial. Esta estátua, estando no ponto mais alto da cidade é impossível não ser admirada de vários pontos desta.
Nós demos a volta à fortaleza e encontrámos pelo caminho barraquinhas,  umas com comida, outras com souvenirs. Eu já estava tentada pela comida, às 3 da tarde já era tempo de se comer. Mas acabámos por desistir da ideia porque o próximo passo eram as termas.

As termas Géllert são das mais famosas de Budapeste. A sua arquitectura faz-nos entrar em outro mundo. Aqui. não só se pode aproveitar as águas termais, como também existe piscinas, salas de banho-turco, saunas, e até massagens ou outros tratamentos. Nós experimentámos um bocadinho de tudo, mas onde passámos mais tempo foi na piscina exterior de água quente e na sauna que ficava mesmo ao lado. Foi uma agradável experiência ver o dia a dar lugar à noite, numa piscina de água quente.  Peço desculpa que as fotos não estão muito nítidas, mas o vapor de água estava sempre a embaciar a câmara.

 Depois de 3 horas passadas, esfomeados fomos comer qualquer coisinha ao Great Market Hall.  Apanhámos a 10 minutos de fechar, mas valeu a pena. A comida é óptima e os preços são baixíssimos. Recomendo mesmo cá virem. É que deu para almoço e para jantar. Foi aqui que experimentámos a sopa Goulash, um dos tradicionais pratos Húngaros. A sopa foi-nos servida dentro do pão, com uma deliciosa couve-roxa caramelizada (uma das melhores coisas que já comi, a sério) e com sour cream. A foto não faz jus ao quanto isto era bom.

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Com isto tudo já eram quase 7 horas da noite (na verdade aqui escurece bastante cedo nesta altura do ano, às 4 e meia já começa a anoitecer). Como não íamos jantar decidimos tentar ir a um ruin bar. Ruins Bars são bares construídos em edifícios e lojas abandonados durante a 2ª guerra mundial.  Nós decidimos ir ao Szimpla Kert, o mais perto do nosso hotel. Estava lá imensa gente. Szimpla Kert é um espaço com vários balcões, um com cocktails, outro com vinhos, outro com shisha. Nós decidimos ir para os cocktails. Pedimos os dois um mojito que era de certeza pelo menos 90% de rum. É um sítio com aspecto bastante alternativo, mas bastante concorrido. Decidimos logo na noite a seguir tentar a shisha. Quando saímos fomos nos lambuzar com uns bolos de chaminé, também famosos por estas bandas. Havia uma lojinha que estava aberta no caminho para o hotel e decidimos experimentar. Digo-vos foi uma maravilhosa ideia para acabar este primeiro dia em Budapeste.

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Budapeste – 2ºDia

Budapeste – 3º Dia
Budapeste – 4º Dia

Hungria- Budapeste

Pescada gratinada com puré

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Ingredientes

– 500 gr de batatas
– 500 gr de cenouras
– 600 gr de filetes de pescada
– 2 cebolas picadas
– 4 dentes de alho
– 1 dL de azeite
– 100 gr de azeitonas pretas em rodelas
– 2 colheres de sopa de salsa picada
– 2 dL de maionese
– 1 dL de azeite
– 2 colheres de sopa de manteiga
– Sumo de 1 limão
– Leite e manteiga q.b.
– Sal, pimenta, noz-moscada q.b

 

Preparação
Descasque as batatas e as cenouras, corte ambas em pedaços e leve-as ao lume a cozer em água e sal. Corte os filetes de peixe em lâminas e tempere com sal, pimenta e sumo de limão. Pique as cebolas e os alhos e refogue-os no azeite. Junte o peixe e cozinhe por 2 minutos. Retire do lume, adicione as azeitonas, a salsa e a maionese. Envolva tudo muito bem e rectifique os temperos. Escorra as batatas e as cenouras e reduze-as a puré. Adicione o leite e a manteiga, tempere com sal, pimenta e noz-moscada. Mexa bem e coloque o puré nas bordas de um tabuleiro que possa ir ao forno deixando o meio a descoberto. No meio, coloque o misturado de peixe. Leve ao forno a 190ºC por 25 minutos. Retire e sirva de seguida.

Salada de feijão-verde com atum

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Ingredientes

– 6 batatas
– 300 gr de feijão-verde
– 1 cebola
– 20 tomates-cereja
– 2 latas de atum
– 2 ovos cozidos
– 100 gr de azeitonas pretas às rodelas
– Sal, azeite, vinagre de sidra de maçã e salsa q.b.
– 1 quenelle de maionese

 

Preparação 
Coza as batatas com a casca em água temperada de sal. Coza o feijão-verde cortado em pedaços e coza-o em água temperada de sal. Descasque as batatas já cozidas e corte-as em cubos. Coloque-as numa saladeira juntamente com o feijão. Pique a cebola e corte os tomates em metades. Adicione tudo salada, assim como o atum escorrido. Tempere com sal, pimenta, azeite e com o vinagre. Misture tudo bem. Sirva a salada decorada com os ovos cozidos, as azeitonas e a salsa picada. Sirva acompanhada com uma quenelle de maionese.

Chilli con carne

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Ingredientes

– 1 lata grande de feijão encarnado cozido
– 300 gr de carne picada
– 400 gr de tomate cortado em pedaços
– 1 lata pequena de milho
– 2 cebolas picadas
– 2 dentes de alho picados
– ½ pimento vermelho picado
– ½ pimento verde picado
– 3 colheres de sopa de azeite
– Sal, orégãos ou salsa picada, piri-piri, alho em pó q.b.

 

Preparação
Refogue as cebolas no azeite até ficarem macias mas sem as dourar. Junte os pimentos, os alhos picados e refogue mais um pouco ate amolecerem. Junte a carne e vá mexendo sempre para ficar bem solta e cozinhada por igual. Adicione o tomate e os temperos Quando a carne estiver macia, acrescente o feijão escorrido. Rectifique os temperos, mexendo bem para incorporar todos os ingredientes. Deixe cozinhar mais um pico para ficar bem apurado. Apague o lume, junte o milho, misture e polvilhe com orégãos. Acompanhe com tortilhas, tacos ou arroz branco.

 

Couve-de-bruxelas com cogumelos e bacon

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Ingredientes

– 400g de couve-de-bruxelas
– 2 cenouras,
– 30g de bacon
– 2 colheres de sopa de azeite
– 300g de cogumelos frescos
– 200g de tomate
– 3 colheres de sopa de açúcar
– Cebolinho q.b.
– 2 colheres de chá de sal
– 2 colheres de sopa de vinho branco
– Pimenta q.b.

 

Preparação
Corte as couves ao meio e coza-as em água a ferver temperada com uma colher de chá de sal durante cinco minutos. Em seguida, escorra-as num passador.
Pele as cenouras e corte-as em cubos pequenos. Corte o bacon em tiras finas. Coloque o azeite num tacho, deixe aquecer bem e junte-lhe o bacon e a cenoura. Tape e deixe cozinhar em lume brando por cerca de 10 minutos.
Lave os cogumelos e corte-os ao meio. Lave o tomate, limpe-o de sementes e corte-o em pedaços e junte-o à cenoura com o bacon. Tempere com o restante sal e deixe cozinhar, tapado, durante cinco minutos. Em seguida, adicione os cogumelos e as couves- de – bruxelas escorridas. Junte o vinho branco, a pimenta e polvilhe com o açúcar e o cebolinho. Mexa e deixe cozinhar em lume brando mais 15 minutos até as couves estarem macias.

 

Lombo de porco à mineiro

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Ingredientes

– 800 gr de costeletas de porco
– 500 gr de arroz
– 1 molho de salsa picada
– 1 colher de sopa de azeite
– 1 cebola
– 150 gr de bacon
– 1 folha de louro
– 500 gr de feijão encarnado de conserva
– 1 limão
– 1 folha de louro
– Sal, pimenta, pimentão, orégãos e alho em pó q.b.

Vinagrete
– 1 cebola
– ½ pimento verde
– ½ pimento vermelho
– 1 tomate
– Azeite, sal, vinagre e pimenta q.b.

 

Preparação
Tempere as costeletas com sal, sumo de 1 limão, pimenta, pimentão, orégãos, alho em pó e reserve. Coza o arroz em água temperada de sal, por 12 minutos. Retire do lume, escorra e junte metade da salsa picada. Refogue no azeite a cebola picada, a folha de louro, o bacon picado, alho em pó e orégãos. Junte o feijão e a restante salsa. Prepare o vinagrete. Pique a cebola, os pimentos, o tomate, tempere com sal, pimenta, azeite e vinagre. Grelhe as costeletas que reservou. Sirva o arroz, o feijão e as costeletas regadas com o vinagrete.

Tarte de nata

 

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Ingredientes

– 1 embalagem de massa folhada
– 1000 mL de leite
– 300 gr de açúcar
– 8 gemas
– 100 gr de farinha maisena
– Casca de 1 limão
– 3 colheres de sopa de aroma de baunilha
– Manteiga q.b.

 

Preparação
Estique a massa folhada com o rolo da massa e coloque-a em cima de uma forma, untada com um pouco de manteiga. Corta-se os excessos e pica-se o fundo com um garfo. Num tacho leve ao lume o leite, o açúcar, a maisena e a casca de limão, mexendo sempre até engrossar (que será quando levantar fervura). Junte as gemas, previamente batidas, e mexa até ficar o creme bem misturado. Se o creme tiver grumos, passe-o por um passador de cozinha.
Ponha o creme na forma previamente forrada com massa folhada. Leve ao forno, pré-aquecido durante 25 minutos ou até a massa estar cozida, a 200º ou 220º, conforme as indicações para a massa folhada.

Arroz doce cremoso

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Ingredientes

– 5 chávenas de café de água
– 1 chávena de café de arroz
– 4 gemas
– 1 lata de leite condensado
– 1 medida da lata de leite
– Aroma de baunilha e canela q.b.

 

Preparação
Leve ao lume uma panela com a água. Quando esta estiver a ferver, junte-lhe o arroz já lavado. Deixe cozer em lume brando por 15 – 20 minutos. Coloque as gemas num recipiente e acrescente aos poucos o leite condensado e o leite. Mexa bem e junte o aroma de baunilha.
Verta este creme aos poucos no arroz e vá mexendo. Ferva em lume brando por 3 minutos. Deixe arrefecer por cerca de 5 minutos, mexendo de vez em quando. Depois de frio, polvilhe com canela e leve ao frigorífico.