Budapeste – 3º Dia

Depois do dia agitado de ontem, hoje estava previsto algo mais calmo. Menos coisas para ver, menos para andar. Hoje era já considerado o último dia. No dia seguinte já tínhamos que apanhar o avião de volta para casa.

O planeado para hoje:
1 Horror House
2 Museu de Belas Artes
3 Praça dos Heróis
4 Castelo de Vajdahunyad
5 Termas Széchenyi

Como vos tinha dito no post sobre o nosso primeiro dia, tínhamos decidido não ir ao Horror House, por isso essa parte  foi imediatamente excluída. O resto era tudo perto umas coisas das outras.  A caminhada até nem que foi comprida, mas como estava a nevar imenso estávamos desejosos de chegar. O museu de belas artes fica na praça dos heróis (Hősök tere) tal como o palácio da arte. O que é uma pena. Porque o que queríamos ver era o museu de belas artes e acabámos por parar, em erro, no de arte. Nunca houve dinheiro tão mal gasto. Só valeu mesmo a pena porque fugimos um bocado da neve. A praça dos heróis  (Hősök tere) é uma das mais importante da Hungria. No centro desta praça encontra-se o Memorial do Milénio, assim chamado porque a sua construção teve início no ano em que a Hungria, como estado, fazia mil anos. No topo da coluna central encontra-se a estátua do arcanjo Gabriel. A toda a volta existem estátuas que representam os líderes das sete tribos magiares que fundaram a Hungria e outras personagens determinantes na história deste país.

Depois de admirarmos esta praça seguimos caminho para a zona do castelo de Vajdahunyad. Este castelo, assim como a praça dos heróis, também foi construído para comemorar os 1000 anos de idade da Hungria. Nesta zona podemos também encontrar o museu da Agricultura (Magyar Mezogazdasagi Muzeum) e o jardim da cidade, nome dado a toda esta localidade. Como estava a nevar, a paisagem não podia ter sido mais de sonho. Como fomos no inverno havia também uma pista para patinagem no gelo.

Como estava mesmo frio e a nevar, decidimos passar para a zona das termas. Desta vez eram as termas Széchenyi. Estas são provavelmente as mais conhecidas de Budapeste. Aqui encontra-se o maior complexo deste tipo de banhos, com 21 piscinas diferentes. Existem piscinas de diferentes temperaturas e existem 2 exteriores. Aqui também existem várias saunas e banhos-turcos. Até existe uma sauna com cheiro a mentol. Nós apesar de tudo, preferimos as termas que fomos no primeiro dia, as termas Gellért. Mas confesso que  neste momento não me importava nada de lá estar outra vez. Agora já podemos dizer que estivemos dentro de uma piscina de água quente, no exterior, enquanto nevava. Quantas pessoas se podem gabar disto? Nós realmente somos uns sortudos.

Por volta das 5 horas decidimos ir embora. Não porque estivéssemos fartos, mas porque tínhamos consciência que ia estar muito frio quando anoitecesse e ainda tínhamos uma caminhada para fazer. Pelo caminho ainda parámos para comer mais um “bolo chaminé”. Desta vez foi no Street Cakes. 

Para o nosso último jantar em Budapeste, quisemos experimentar outro restaurante de comida tradicional húngara. Desta vez fomos ao Kék Rózsa. É um restaurante muito simples, bem perto do hotel onde ficámos e ao pé da grande sinagoga de Budapeste. Para entrada pedimos queijo frito (que pelos vistos também é um pitéu da Hungria) e o menu de inverno que incluía uma sopa de vegetais com dumplings, peito de frango grelhado com cogumelos, queijo ralado, batatas fritas acompanhado de uma salada com beterraba, pepino em vinagre e uns pimentos amarelos muito picantes. Para sobremesa experimentámos uma espécie de puré de castanhas com chantilly. Eu sei que a sobremesa levava álcool, mas agora não me lembro do que era. Rum?? Hum, não me lembro. O meu namorado para terminar quis experimentar uma bebida alcoólica, tradicional da Hungria, a pálinka. Ele já me andava desde o primeiro dia a dar dicas para a experimentar. A pálinka é uma bebida resultante da destilação dupla de frutas, o que faz que o teor de álcool esteja entre os 40 a 70%.  Ou seja, em termos leigos é uma aguardente forte. Até o meu namorado não a conseguiu beber toda. A única coisa boa é que existem vários sabores de pálinka para escolher. Foi sempre bom para experiência.

Para verem o fim da viagem cliquem aqui

Budapeste – 4º Dia

Post anteriores desta viagem

Hungria – Budapeste

Budapeste – 1º Dia
Budapeste – 2º Dia

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