Paris – 4º Dia

Estes últimos dias tinha sido de altos e baixos, de muito frio mas com muitos doces. E estava-se a acabar. Lá fomos nós para o último pequeno-almoço e aproveitámos para pesquisar o que havia ali à volta que desse para ir e vir em poucas horas (tínhamos cerca de 4 horas até à chegada do táxi).

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Descobri que ali perto havia o cemitério do Père-Lachaise. Sim é um bocado mórbido acabar uma viagem num cemitério. Mas pelos vistos este é um dos cemitérios mais famosos do mundo. Este cemitério para além de ser enorme é onde se encontram enterradas muitas pessoas famosas nas várias áreas das artes como músicos, escritores, actrizes, filósofos, entre muito mais. Na verdade este cemitério é tão grande que até à porta há um homenzinho a vender mapas. A sério!!!

E assim acabava a nossa aventura em Paris. Espero que vos tenha dado dicas e ideias se também quiserem conhecer esta cidade!

Ah já agora como não podia deixar de ser, no aeroporto fomos ao Brioche Doreé para mais uns docinhos.

E é assim que se ganha diabetes.


A(s) foto(s) da nossa viagem


Paris – 1º Dia – 1ª Metade

Paris  1º Dia – 2ª Metade

Paris – 2º Dia

Paris – 3º Dia

França – Paris

Paris – 3º Dia

Este era o dia de aproveitar ao máximo, no dia seguinte já nos tínhamos que ir embora. E sabendo como era ali o trânsito, sabíamos que teríamos que apanhar o táxi bastante mais cedo da hora do voo para não o perdermos.

Assim, hoje o nosso passeio centrava-se na zona a Île de la Cité, onde se encontra a Catedral de Notre-Dame. Hoje já não tínhamos o travel card e por isso fomos a pé. Não ficava muito longe do nosso hotel e sempre dava para conhecer melhor Paris. Chegámos então primeiro à Catedral. Como havia uma fila enorme para entrar decidimos ir primeiro aos outros sítios e depois voltar e ver com mais atenção este monumento.

No dia anterior quando tínhamos comprado os bilhetes para as Catacumbas tínhamos também comprado a bilhete para a cripta arqueológica de Paris. A cripta ao contrário que pensámos inicialmente não ficava ao lado das Catacumbas mas sim nesta zona da cidade. Aqui se encontram vestígios da cidade de antigamente. Estes vestígios foram descobertos entre 1965 e 1972 quando se realizaram várias escavações nesta zona. Estão aqui preservados o cais da antiga cidade de Lutèce, a muralha que permitia proteger a cidade, os locais onde eram os banhos, entre outros.

Em seguida fomos para a Sainte-Chapelle onde também se encontra o palácio da Justiça (foto em baixo) e o Conciergerie.

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Para entrar na Sainte-Chapelle também havia fila mas nada que se comparasse com a das catacumbas. Assim comprámos os bilhetes e entrámos para visitar a Sainte-Chapelle. Esta igreja é lindíssima. Não é muito grande mas os seus vitrais são os aspectos mais belos e notáveis desta construção. É mesmo de entrar aqui e abrir-se a boca de espanto.

O próximo destino, que era mesmo ao lado, foi o Conciergerie. Este é o principal vestígio do antigo Palácio da Cidade ou Palácio de la Cité e foi residência e sede do poder real francês entre o século X ao século XIV. Em 1392 este local foi convertido em prisão do Estado. Durante a Revolução Francesa foi aqui que Marie Antoinette se encontrou presa até a sua execução (e é isto mesmo um dos principais focos na exposição no Conciergerie).

A partir de agora tínhamos toda a tarde para a catedral. Primeiro comer qualquer coisinha e depois ala para a Notre-Dame. Quando tinha andado a pesquisar sobre Paris tinha lido que uma das coisas muito aclamadas era o fallafels e como diziam que as melhores eram as de L’as du Fallafel, para aqui nos dirigimos. Infelizmente quando lá chegámos estava fechado, mas ali na zona havendo vários estabelecimentos a vender as tais fallafels decidimos ir experimentar as do Chez Marianne. Eh, não era assim grande coisa, nada que voltasse a repetir ou que vou ter saudades cada vez que pensar em Paris.

No caminho para a catedral ficámos curiosos por uma torre enorme no meio de um jardizito. Pelos vistos é a torre de Saint-Jacques (fotografia abaixo à esquerda). Esta torre é o único vestígio restante da igreja de Saint-Jacques-de-la-Boucherie dedicada a Santiago Maior.

E agora sim, finalizámos o nosso dia na Notre-Dame. Como no dia anterior chegámos já tardito, os jardins à volta da catedral já estavam fechados, mas hoje tivemos a oportunidade de também passear por aqui.

E aqui passámos o resto da nossa tarde. Tenho fotos e fotos que o meu namorado tirou, quase todas a pequenos pormenores (que é o que não faltava). E assim chegou a hora de pensar no jantar. Para compreenderem porque o nosso jantar foi o que foi tenho-vos que dizer que o meu namorado é um apreciador de cerveja e principalmente de cerveja importada. Assim sendo, há 12 anos atrás ele tinha bebido uma cerveja francesa que era feita a partir do whisky,  a Adelscott. Nós não a encontrámos em lado nenhum e chegámos mesmo a perguntar nos bares mas ninguém a conhecia. Depois de muito pesquisar, porque lhe queria fazer a vontade, descobri que havia a venda nos supermercados Carrefour (é verdade, também fiquei espantada). Como havia um a cerca de 10 minutos do hotel, o nosso jantar claro que foi cerveja, sandes de queijo (com vários queijos) e bolos que comprámos na loja onde tínhamos comprado os bolos no dia anterior. Sim, o senhor devia pensar que tinha arranjado ali uns grandes clientes. E assim foi o nosso último “glamoroso” jantar em Paris.

Por acaso tenho a dizer que gostei muito, depois do cansaço e do frio era mesmo de um jantar assim que estava a precisar.

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A nossa viagem a Paris estava quase, quase a terminar, havia só mais umas horitas no dia seguinte. Para verem o resto cliquem em:

Paris – 4º Dia

Paris – 1º Dia – 1ª Metade

Paris  1º Dia – 2ª Metade

Paris – 2º Dia

França – Paris

Paris – 2º Dia

Hoje o primeiro sítio foram as Catacumbas de Paris. Chegámos lá cerca das 11 horas e não é o nosso espanto quando encontrámos uma fila enorme para entrar. Só chegámos a entrar por volta da 1 da tarde. Foram duas horas aos saltos, pulos, e qualquer movimento que fizesse aquecer. E não era só eu, quase toda a gente fazia o mesmo numa maneira quase impossível de se aquecer, porque a fila era na rua. Mas lá esperámos e finalmente entrámos. As catacumbas de Paris são enormes, túneis e túneis que servem de cemitério para milhões de pessoas de várias épocas, ossadas provenientes de vários cemitérios. As catacumbas foram construídas em 1786, numa tentativa de combater as epidemias e doenças que assolavam a população, transladando assim cadáveres e ossos de diferentes cemitérios da cidade para as catacumbas.

Depois de 1 hora a andarmos pelos túneis cheios de ossadas apanhámos o metro para o Panthéon (Panteão de Paris). Este é um edifício de facto imponente que se encontra rodeado de outros também importantes como a igreja Saint-Étinne-du-Mont, a biblioteca Sainte-Geneviève, a universidade Patheon-Sorbonne e a Mairie du 5e arrondissement.

O seu interior é lindíssimo com várias obras de arte e onde se encontra o famoso Pêndulo de Foucault. Este pêndulo é assim chamado em referência ao físico francês Jean Bernard Léon Foucault e é resultado de uma experiência concebida para demonstrar a rotação da Terra em relação ao seu próprio eixo. No Panthéon encontram-se sepultados grandes nomes das ciências, artes, política e militares, como Marie e Pierre Curie (físicos), Louis Braille (criador do sistema de leitura para invisuais), Alexandre Dumas (escritor), Voltaire (escritor e filósofo), entre outros.

Em seguida, hora da comidinha. Não foi nada de espectacular, acabámos por ir comer qualquer coisa ao Burguer King e seguir viagem. Fomos passear ao Le Jardin du Luxembourg. Neste grande jardim existem várias estátuas magníficas e onde se encontram o palácio e o museu de Luxemburgo.

Na nossa lista para próxima paragem estava a Igreja de Saint Sulpice. Como era pertinho decidimos ir a pé. A Igreja de Saint Sulpice é a segunda maior igreja da cidade de Paris. É aqui que se encontra o primeiro meridiano do mundo (mencionado no livro de Dan Brown em Código de Da Vinci como a Linha da Rosa Arago). Foi aqui inicialmente considerado o meridiano zero, até este estatuto ser alterado para o meridiano de Greenwich.

Depois de nos maravilharmos com esta igreja, ainda tentámos ir ao museu de Cluny, mas ia fechar dentro de 10 minutos (já eram quase 6 da tarde). Como não conseguimos visitar o museu, fomos tentar a nossa sorte na Catedral Notre-Dame. Mesmo que já não desse para entrar ao menos podíamos vê-la por fora. E tivemos sorte, estava aberta e ainda tínhamos tempo que chegasse. Como qualquer sítio famoso, estava apinhado de gente. Na altura que fomos estava a dar missa, mas isso não refreou ninguém de a visitar. Para mim na verdade até deu um toque mais especial. Posso dizer que já estive na missa da Catedral Notre-Dame. Apesar de não ser religiosa não deixa de ser uma experiência importante. Em relação à Catedral só posso dizer que é enorme e belíssima. Foi construída em homenagem à mãe de Jesus, nossa Senhora daí o seu nome Notre Dame. Não há explicação que dê o verdadeiro valor deste sítio. Sim é de tirar o folgo e sim vale a pena visitar. Tanto vale a pena que voltámos aqui no dia seguinte outra vez, mas isso é história para o próximo “episódio”.

Depois disto já era quase noite e era horas de voltar ao hotel. Não nos julguem mas para jantar voltámos a ir ao Domino’s e mais bolos. Acho que os bolos vocês percebem. Agora porquê o Domino’s outra vez? A verdade é que Paris é uma cidade caríssima e obviamente que isto inclui os restaurantes. E depois da nossa experiência do dia anterior com os crepes salgados não quisemos arriscar. Os bolos meto aqui a vitrina da loja para perceberem porque não dava para resistir vir aqui outra vez.

Para continuarem a ver a nossa viagem pelas delícias de Paris, cliquem em:

Paris- 3º Dia

Paris – 4º Dia

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Paris – 1º Dia – 1ª Metade

Paris  1º Dia – 2ª Metade

França – Paris

Paris – 1º Dia – 2ª Metade

Então onde nos encontrávamos? Ah sim, a apanhar o metro para a Basílica Sacré Coeur. Da estação do metro até à basílica tem que se subir por estradinhas que estão cheias de lojas com lembranças, com chocolates e crepes. É uma zona cheia de vida.

Aqui vou fazer um aviso, para não serem enganados como nós fomos. Quando estávamos a subir as escadas para a Sacré-Coeur, fomos abordados por uns jovens com umas tiras de pano a dizerem que estas pulseiras eram tradição. Eu como sou muito desconfiada nem parei, mas o meu namorado que foi mais hesitante não escapou. Puseram-lhe a pulseira com cores e depois disseram-lhe para lhes dar o dinheiro que tinha ou faziam-me mal. Ou por outras palavras, foi um roubo. Por isso não se deixem enganar. Depois deste dissabor nem vimos bem a basílica. De qualquer forma não nos passou despercebido a vista que daqui se tem sobre Paris, já que estando no topo do monte Martre, encontramos-nos no ponto mais alto da cidade. Não sei se foi do que se tinha acabado de passar, ou de termos visto recentemente outras cidades onde as igrejas eram de encantar, não achamos a basílica nada de especial. É bonita, não posso dizer que não, mas não é A mais bonita que já vi na minha vida.

Ainda fomos também ver uma igreja que estava ao lado, a Paroisse Saint-Pierre de Montmartre. Como a entrada não ficava ali ao lado da basílica, tivemos que dar a volta ao bairro e aí nos apercebemos que esta zona é de muito movimento, como vários restaurantes e cafés por ali espalhados.

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Voltámos para o metro e seguimos para o arco do Triunfo. Quando chegámos estava a começar a arrefecer, e nós já com fome e de mau humor. Como o meu namorado tem medo de alturas, sabia que não íamos subir ao arco.

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Assim sendo fomos antes comer algo por ali. Encontrámos o brioche doreé. Existem vários estabelecimentos pela cidade (incluindo no aeroporto). Basicamente é sandes e….doces…ai aquela tarte de framboesa que pedimos. Deliciosa é o que tenho a dizer. Só vos disse que o ânimo com que saímos de lá foi outro.

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Mais bem dispostos fomos aproveitar o pouco que restava do dia e ver a famosa Torre Eiffel. Quando se lá chega o sentimento que se tem é o mesmo quando se vê a pirâmide do Louvre. Tens a certeza que estás em Paris.

20180222_170754Como já vos disse acima , o meu namorado tem medo de alturas, por isso não estava com ideias de subir. Ele estava tentado mas também estava com medo. Tivemos meia hora ali, ele a tentar ver as condições da subida, a pensar nos prós e contras sobre a subida. Quanto a mim, como já estava a anoitecer e estava mesmo frio, mas MESMO frio, tomei a decisão por ele e disse para nos irmos embora. Dei a desculpa que era caro (e até que é, mas também é uma vez na vida) e saímos dali sem subirmos à torre.

Para jantar pensámos ir a um restaurante que tínhamos visto na noite anterior a caminho do Domino’s, “Les Fondus de la Raclette”. Infelizmente quando lá chegámos disseram-nos que estava tudo reservado. Acabámos por jantar num local de crepes do qual também tínhamos visto as reviews e que nos tinha agradado, o “Krügen“. Não sei se fomos nós que escolhemos mal a comida. Não sei mesmo, porque o restaurante até estava cheio. Nós pedimos um crepe de queijo com mostarda e fiambre. Epá o crepe para mim (e o meu namorado foi da mesma opinião) estava muito salgado e a mostarda não ficava ali nada bem. Só sei que pagámos quase 16 euros cada um e para nós não valeu nem metade desse dinheiro.

Mas pronto, para não ficarmos com o dia perdido, fomos experimentar a outra pastelaria da rua do hotel. Pedimos um cheesecake, que descobrimos ser de limão e um bolo que sabia mesmo a ferrero rocher. Eram tão, mas tão bons que se pudéssemos até tínhamos repetido. Posso até dizer que se não foram os melhores bolos que comi até agora andam lá bem perto.

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E assim com altos e baixos se tinha acabado o nosso primeiro dia em Paris.

Para ver o resto da viagem cliquem em:

Paris – 2º Dia

Paris – 3º Dia

Paris – 4º Dia

França – Paris

Paris – 1º Dia – 1ª Metade

Paris – 1º Dia – 1ª Metade

Aqui começou verdadeiramente a nossa viagem a Paris (apesar de já ter provado o melhor que Paris tem para oferecer, bolos e queijo). Lá nos levantámos e fomos então para o pequeno-almoço. O que posso então dizer do pequeno-almoço? Não foi espectacular. O que tem contra é que não tem muita escolha. Há croissants simples, croissants com chocolate, baguette simples, manteiga, queijo e cereais. E pouco mais, há umas compotas também e uns iogurtes naturais. E claro, a máquina para as bebidas quentes. Não digo que seja mau, simplesmente não tem muita variedade.

De barriga cheia decidimos começar a nossa caminhada. Pois claro que indo no final de Fevereiro estava um frio horrível, estava sol, mas estava mesmo muito frio (ainda bem que fomos de metro a maior parte do tempo). Depois de comprarmos os travel cards, decidimos que a nossa primeira paragem seria o Louvre, o famoso museu de Paris. Decidimos sair numa paragem antes da do museu para andarmos um pouco por ali a ver a zona. Pelo caminho havia imensas lojas e numa transversal reparámos numa igreja e fomos lá ver. Pelos vistos era a Igreja de Saint-Eustache. A igreja é grande e imponente o que faz que não passe despercebida. Soubemos mais tarde que já foi palco de eventos importantes como a primeira comunhão de Louis XIV e o baptizado de Molière e Madame de Pompadour.

Próxima paragem: Louvre. Quem é que vê aquela pirâmide de cristal e não sabe que está em Paris? Um dos maiores ícones de Paris, sem dúvida. O Louvre é enorme. E quando digo que é enorme, é mesmo enorme. Facilmente se passa um dia inteiro para poder ver tudo como deve ser. Nós tivemos mesmo que decidir a determinado ponto o que queríamos ver, de outra maneira já não íamos ver mais nada naquele dia. Também não é de admirar, quando este é o museu de arte maior do mundo.

Como ficámos a saber durante a nossa visita, o museu do Louvre foi resultado de uma reconstrução do Palácio do Louvre, uma fortaleza do século XII que foi ampliada e reformada várias vezes. No Louvre estão expostas cerca de 35000 obras de arte anteriores a 1948, apesar da colecção do Louvre compreender cerca de 300000 obras de arte. A colecção do Louvre compreende várias áreas: antiguidades orientais, antiguidades egípcias, antiguidades gregas, romanas e etruscas, história do Louvre e o Louvre medieval, pintura, escultura, objectos de arte, artes gráficas e arte do Islã. Apesar da enorme variedade de obras de arte presentes, aquela que vimos que tem maior impacto e que tem um maior aglomerado de gente à volta é sem dúvida a Mona Lisa de Leonardo Da Vinci.

Saímos do Louvre e seguimos pelos jardins que se chamam os Jardin des Tuileries. Aqui apercebemos-nos de um hábito que os parisienses têm. Nos jardins, junto aos lagos existem várias cadeias de ferro, onde as pessoas podem se sentar a apreciar a paisagem e o sol (apesar de estar nesta altura muito frio).

E assim chegámos ao Place de La Concorde. Esta praça foi palco de acontecimentos importantes da história de França. Foi nesta praça que se instalou a guilhotina durante a Revolução Francesa onde foram executadas mais de 1200 pessoas, incluindo pessoas importantes como Marie Antoinette, Louis XVI e Robespierre.  O obelisco que se encontra no centro da praça nos dias de hoje, é proveniente de Luxor e tem mais de 3000 anos, tendo sido doado pelo vice-rei do Egipto.

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Em seguida foi apanhar o metro para irmos ver a basílica de Sacré-Coeur.

Se também querem ver é clicar

Paris – 1º Dia – 2ª Metade

Paris  1º Dia – 2ª Metade

Paris – 2º Dia

Paris – 3º Dia

Paris – 4º Dia

França – Paris

Canja moderna com hortelã

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Ingredientes

– 2 peitos grandes de frango
– 200 gr de massa de letras
– 1 cenoura
– 1 cebola
– 1 ramo grande de hortelã
– 4 cubos de caldo de galinha
– Pimenta branca q.b.
– Fio de azeite

 

Preparação
Coloque numa panela 1,75 L de água e leve ao lume. Quando começar a ferver junte 3 cubos de caldo de galinha e deixe dissolver. Ao cubo restante, amasse-o com um pouco de azeite e espalhe sobre os peitos de frango. Coloque-os a cozer durante 10 minutos no caldo de galinha. Retire-os e corte-os em fatias fininhas. No caldo junte, metade da cebola picada muito finamente, a cebola ralada e a massa. Deixe cozinhar durante mais ou menos 12 minutos. Enquanto isto, coloque a restante cebola picada numa frigideira antiaderente e refogue-a no fio de azeite. Junte as fatias de frango, tempere com pimenta e deixe cozinhar o frango por completo. Quando este começar a ganhar cor, retire-o e desfie-o. Quando a massa e a cenoura estiverem cozidas, junte então o frango desfiado, assim como a hortelã separada em folhinhas. Retifique os temperos e sirva quente, decorada com folhinhas de hortelã.

Canelones de atum

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Ingredientes

Para os canelones:
– 15-17 canelones
– 4 colheres de sopa de azeite
– 1 cebola grande picada finamente
– 1 folha de louro
– 1 colher de sopa bem cheia de farinha de trigo sem fermento
– 250 gr de atum
– 5 colheres de sopa de polpa de tomate
– 250 mL de leite
– Salsa picada q.b.
-Pimenta q.b.

Para o molho:
– 50 gr de manteiga
– 50 gr de farinha de trigo sem fermento
– 650 mL de leite
– 200 mL de natas
– Sal, pimenta e noz-moscada q.b.
– 80 gr de queijo ralado

 

Preparação
Num tacho, leve ao lume o azeite, a cebola picada e a folha de louro. Mexa e deixe refogar em lume médio sem deixar alourar. Quando a cebola estiver refogada, retire a folha de louro. Misture muito bem a farinha e o atum escorrido. Deixe saltear um pouco. Misture a polpa de tomate, o leite e a salsa picada. Tempere com pimenta. Mexa até que comece a borbulhar. Deixe arrefecer. Entretanto, faça o molho. Num tacho, leve ao lume a manteiga e quando estiver derretida junte a farinha. Mexa muito bem para que não ganhe grumos. Aos poucos e sem deixar de mexer, adicione o leite e as natas. Tempere com sal, pimenta e noz-moscada. Por fim, mexa com uma vara de arames para que o creme fique liso. Quando começar a borbulhar retire do lume. Caso os canelones necessitem de ser pré-cozinhados, faço-o de acordo com as instruções na embalagem. Em seguida, recheie os canelones com a mistura do atum. Num tabuleiro de ir ao forno, previamente untada com manteiga, coloque os canelones e regue-os com o molho. Por fim, polvilhe com o queijo ralado e coloque-os no forno pré-aquecido nos 180ºC, deixando cozer por aproximadamente 50 minutos. Se os canelones forem pré-cozinhados não necessitam de tanto tempo dentro do forno, basta ficarem o suficiente para o queijo gratinar. Depois dos canelones cozidos e tostadinhos, retire-os e sirva-os quentes.

Sopa de peixe

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Ingredientes

– 600 gr de pescada já limpa de espinhas e peles
– 100 gr de camarões congelados
– 1 cebola grande
– 3 dentes de alho
– 1 alho-francês
– 1 lata de tomate pelado
– 100 gr de massa cotovelinhos
– 6 colheres de sopa de azeite
– 1 cenoura
– Sal q.b.
– Coentros q.b.

 

Preparação
Descongele a pescada e passe-a por água. Coloque-a num tacho, acrescente água até ficar bem coberta e tempere de sal. Leve ao lume e deixe ferver por 10 minutos. Desligue o lume e deixa a pescada arrefecer dentro da água. Entretanto, limpe o alho-francês, corte-o em rodelas, lave-as e deixe-as a escorrer.
Descasque a cenoura, a cebola e os alhos. Rale a cenoura, pique os dentes de alho e corte a cebola em meias luas finas.
Leve ao lume um tacho com o azeite e deixe aquecer. Acrescente o alho, a cebola e deixe cozinhar até esta ficar macia. Adicione o alho-francês e a cenoura e deixe cozinhar por 5 minutos. De seguida, junte o tomate pelado picado, misture e deixe cozinhar por mais 5 minutos. Adicione 2 litros da água de cozer a pescada e deixe ferver. Junte, então a massa ao tacho, mexa e deixe cozer por 5 minutos. Por fim, acrescente os camarões, a pescada desfiada e deixe cozer por mais 5 minutos. Retifique de sal e decore com coentros picados.

Crepes de legumes

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Ingredientes

Para os crepes:
– 250 gr de farinha
– 40 gr de açúcar
– Sal q.b.
– 6 ovos
– 3 dL de leite
– Óleo q.b.

Para recheio:
– 400 gr de mistura de legumes chineses
– 1 /4 de couve coração
– ½ frasco de rebentos de mungo
– Sal refinado fino q.b.
– Pimenta branca q.b.

Para pincelar os crepes:
– 2 colheres de sopa de farinha
– 5 colheres de sopa de água
– Óleo para fritar

Para acompanhamento:
– Molho de soja ou agridoce

 

Preparação
Prepare a massa dos crepes. Misture a farinha, o açúcar e o sal. Junte os ovos e o leite. Misture tudo muito bem até não haver grumos. Unte uma frigideira anti-aderente até a massa cobrir o fundo e deixe cozer. Vire e retire para um prato. Repita o processo até acabar a massa e reserve os crepes.
Prepare o recheio. Limpe a couve coração e corte-a em tiras finas. Leve ao lume um tacho com água temperada com sal e deixe ferver. Junte a couve e deixe-a cozer durante 2 minutos, depois escorra-a, escorra os rebentos de mungo e prepare a mistura de legumes como vem indicado na embalagem. Depois de prontos, junte-lhes a couve, os rebentos de mungo, misture bem e tempere com pimenta. Retifique de sal.
Disponha os crepes em cima da mesa, divida o recheio por cada um, dobre os lados da massa por cima dos legumes, pincele as bordas dos crepes com a mistura da farinha com a água e enrole-os.
De seguida, frite os crepes em óleo quente, até ficarem dourado, retire-os e deixe-os escorrer. Sirva com molho de soja ou molho agridoce. Pode acompanhar também com salada ou arroz chau-chau.

 

Budapeste – 4º Dia

As últimas horas em Budapeste estavam a chegar. Até agora tinha sido uma viagem com muito frio e neve, mas talvez por isso mais especial.

Para hoje não tínhamos nada planeado. Tomámos um grande pequeno-almoço e demos uma volta pela cidade. Tínhamos pensado ir visitar a Grande Sinagoga de Budapeste, mas achámos os bilhetes de entrada bastante caros, quase o dobro do que tínhamos gasto nos outros sítios. Por isso, decidimos ir outra vez ao Great Hall Market para comprarmos umas lembranças para os nossos pais. Fomos pela rua Váci, uma das principais ruas de comércio em Budapeste. A meio do caminho ainda  parámos para visitar a Igreja de São Miguel Belváros (Belvarosi Szent Mihaly Templom).

Lá chegámos ao market. Andámos lá a passear, comprámos as lembranças e decidimos comer qualquer coisa antes de partimos.

E foi aqui que vimos um grande prato de comida. Podia-se chamar uma torre de diferentes tipos de comida no mesmo prato. Não, não foi para nós, mas tirei uma fotografia. O que me admirou é que a pessoa que pediu isto não estava minimamente admirada com o que tinha no prato. Aqui está a prova (é o prato mais afastado).

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E assim terminou a nossa aventura em Budapeste. Espero que vos tenha ajudado em caso também queiram visitar esta esplêndida cidade.


Nossa foto da viagem:

Nós nas Termas Gèllert

Post sobre esta viagem

Budapeste – 1º Dia
Budapeste – 2º Dia
Budapeste – 3º Dia
Hungria – Budapeste