Torrada com tomates no forno

Tempo de Preparação – 20 minutos
212 Kcal/ porção
4 porções

 

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Ingredientes

– 6 Tomates cortados ao meio
– 8 Tomates-cereja cortados ao meio
– 1 Colher de sopa de oregaos picados
– 2 Colheres de sopa de cebolinho picado
– 2 Colheres de sopa de pao ralado
– 4 Colheres de sopa de queijo ralado
– 4 Fatias de pao
– Sal e pimenta q.b.

 

Preparação

Aqueça o forno a 190ºC. Num tabuleiro que possa ir ao forno coloque as metades dos tomates e dos tomates-cereja. Polvilhe com os oregaos e com o cebolinho. Tempere de sal e pimenta. Leve ao forno por 10 minutos e depois polvilhe os tomates com o pao e o queijo ralados. Leve de novo ao forno por mais 5 minutos. Entretanto, torre as fatias de pao.
Em 4 pratos coloque as fatias de pao e divida as metades dos tomates de forma igual entre as fatias de pao. E está pronto a servir.

Papas de aveia com banana e frutos do bosque

Tempo de Preparação – 20 minutos
214 Kcal/ porção
6 porções

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Ingredientes

– 200 Gr de flocos de aveia
– 1 L de leite
– 2 Bananas maduras
– 200 Gr de frutos do bosque congelados
– 6 Colheres de sopa de iogurte natural magro

Preparação

Num tacho leve os flocos de aveia com o leite a lume médio. Mexa frequentemente até começar a engrossar. Baixe o lume e deixe ferver durante 5 minutos, mexendo ocasionalmente.
Entretanto, esmague uma banana com um garfo e misture bem nas papas de aveia. Corte a segunda banana às fatias. Em 6 tigelas divida as papas de aveia e coloque por cima as fatias de banana, os frutos do bosque e 1 colher de iogurte. Sirva quente ou frio.

Coxinhas de frango

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Ingredientes

Para recheio:
– 500 gr de peito de frango
– 2 cubos Knorr de caldo de galinha
– 800 gr de manteiga
– 1 cebola picada
– 2 dentes de alho picados
– 2 tomates maduros cortado aos cubos
– Salsa picada q.b.

Para massa:
– 120 gr de manteiga
– 1 cebola grande ralada
– 250 mL de leite
– 400 gr de farinha de trigo
– 1 colher de sopa de óleo
– Sal e pimenta q.b.
– Farinha para polvilhar
– 2 ovos batidos
– Pão ralado para polvilhar
– Óleo para fritar

 

Preparação
Numa panela com 1 L de água a ferver, dissolva os 2 cubos de caldo de galinha. Mexa e coloque o frango a cozer durante 20 minutos. Depois do frango cozido, coloque-o num prato e deixe arrefecer. Do caldo de cozer o frango, reserve 400 + 125 mL. Depois do frango frio, desfie-o muito bem.
Num tacho, leve ao lume os 80 gr de manteiga, a cebola e os alhos picados. Mexa e deixe refogar até que a cebola fique vidrada. Junte o tomate e deixe refogar até que este comece a desfazer-se. Junte os 125 mL de caldo de cozer o frango, a salsa e o frango desfiado. Tempere com pimenta, mexa e deixe cozinhar até que o molho seque.
Para a massa, leve ao lume um tacho largo 120 gr de manteiga e a cebola ralada. Mexa e deixe refogar um pouco. Junte os 400 mL de caldo e o leite. Tempere com sal. Quando começar a ferver, junte de uma só vez a farinha. Mexa até que a massa se comece a descolar do fundo, adicione a colher de sopa de óleo e mexa muito bem. Logo que a massa se descole totalmente do tacho, retire do lume. Polvilhe a bancada com farinha e coloque a massa por cima. Tape com um pano e deixe repousar um pouco até a massa amornar. Quando conseguir, amasse a massa. Faça um bolo e corte-o em fatias grossas. Enrole os pedaços da massa em rolos. Corte os rolos em pedaços e com os dedos molde os pedaços de massa até que fiquem com uma superfície côncava. Coloque lá dentro o recheio e com cuidado una as pontas da massa até que fique com o formato de pêra e feche-as bem. Coloque as coxinhas num prato polvilhado com farinha. Passe as coxinhas por ovo batido e pão ralado. Frite-as em óleo não muito quente. Depois de loirinhas, retira-as para um prato com papel absorvente e estão pronta a servir.

Creme de Legumes com Camarão Tigre

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Ingredientes
– 2 L de água
– 600 gr de caudas de camarão tigre
– 150 gr de batata
– 200 gr de batata-doce
– 120 gr de cenoura
– 1 alho-francês
– 2 colheres de sopa de azeite
– Sal e pimenta q.b.
Preparação
Leve ao lume a água, temperada com sal. Junte as caudas de camarão tigre e deixe ferver por 5 minutos.
Entretanto, descasque as batatas e as cenouras. Corte-as em pedaços e faça o mesmo ao alho-francês.
Retire as caudas de camarão da água e reserve. À água de cozer o camarão, junte os legumes e coza-os por 30 minutos. Em seguida, junte o azeite e triture até obter um creme. Tempere com pimenta e confira o sal. Retire do lume. Corte as caudas de camarão em pedaços e junte ao creme. Misture e está pronto a servir.

Crepes de legumes

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Ingredientes

Para os crepes:
– 200 gr de farinha
– 1 ovo
– 4 dL de água fria
– 1 dL de óleo
– 1 pitada de sal
– Óleo para untar

Para recheio:
– 400 gr de mistura de legumes chineses
– 1 /4 de couve coração
– ½ frasco de rebentos de mungo
– Sal refinado fino q.b.
– Pimenta branca q.b.

Para pincelar os crepes:
– 2 colheres de sopa de farinha
– 5 colheres de sopa de água
– Óleo para fritar

Para acompanhamento:
– Molho de soja ou agridoce

 

Preparação
Prepare a massa dos crepes. Misture todos os ingredientes da massa até obter uma massa homogénea. Deixe repousar durante 30 minutos. Leve ao lume uma frigideira antiaderente, untada com óleo e deixe aquecer. Mexa de novo a massa e deite uma colher de sopa no óleo quente, cobrindo o fundo da frigideira. Quando o crepe começar a descolar-se dos lados da frigideira, vire-o com muito cuidado para não p rasgar e deixe-o fritar do outro lado. Retire e repita a operação até acabar a massa.
Prepare o recheio. Limpe a couve coração e corte-a em tiras finas. Leve ao lume um tacho com água temperada com sal e deixe ferver. Junte a couve e deixe-a cozer durante 2 minutos, depois escorra-a, escorra os rebentos de mungo e prepare a mistura de legumes como vem indicado na embalagem. Depois de prontos, junte-lhes a couve, os rebentos de mungo, misture bem e tempere com pimenta. Retifique de sal.
Disponha os crepes em cima da mesa, divida o recheio por cada um, dobre os lados da massa por cima dos legumes, pincele as bordas dos crepes com a mistura da farinha com a água e enrole-os.
De seguida, frite os crepes m óleo quente, até ficarem dourado, retire-os e deixe-os escorrer. Sirva com molho de soja ou molho agridoce. Pode acompanhar também com salada ou arroz chau-chau.

Bacalhau com molho de gambas

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Ingredientes

– 4 postas de bacalhau
– 1 alho francês
– 1,2 kg de batatas
– 400 gr de gambas congeladas e descascadas
– ½ embalagem de creme de marisco instantâneo
– 1 dL de natas
– Sal, pimenta, noz-moscada, noz, manteiga, leite e natas q.b.

 

Preparação
Frite as postas de bacalhau em azeite. Envolva cada uma numa tira de alho-francês, escaldada em água fervente com sal. Leve-os ao forno, a 170ºC por 15 minutos.
Entretanto, descasque as batatas, coze-as em água e sal, escorra-as e reduze-as a puré.
Adicione manteiga, leite, natas e tempere com sal, pimenta e noz-moscada. Coza as gambas em água temperada com sal e reserve.
Prepare metade da embalagem de creme de marisco, seguindo as instruções do fabricante e ligue-o com as natas. Tempere com sal e pimenta e junte as gambas já cozidas. Transfira o bacalhau para uma travessa e distribua o puré à volta. Decore com o molho e com as gambas.

Paris – 4º Dia

Estes últimos dias tinha sido de altos e baixos, de muito frio mas com muitos doces. E estava-se a acabar. Lá fomos nós para o último pequeno-almoço e aproveitámos para pesquisar o que havia ali à volta que desse para ir e vir em poucas horas (tínhamos cerca de 4 horas até à chegada do táxi).

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Descobri que ali perto havia o cemitério do Père-Lachaise. Sim é um bocado mórbido acabar uma viagem num cemitério. Mas pelos vistos este é um dos cemitérios mais famosos do mundo. Este cemitério para além de ser enorme é onde se encontram enterradas muitas pessoas famosas nas várias áreas das artes como músicos, escritores, actrizes, filósofos, entre muito mais. Na verdade este cemitério é tão grande que até à porta há um homenzinho a vender mapas. A sério!!!

E assim acabava a nossa aventura em Paris. Espero que vos tenha dado dicas e ideias se também quiserem conhecer esta cidade!

Ah já agora como não podia deixar de ser, no aeroporto fomos ao Brioche Doreé para mais uns docinhos.

E é assim que se ganha diabetes.


A(s) foto(s) da nossa viagem


Paris – 1º Dia – 1ª Metade

Paris  1º Dia – 2ª Metade

Paris – 2º Dia

Paris – 3º Dia

França – Paris

Paris – 3º Dia

Este era o dia de aproveitar ao máximo, no dia seguinte já nos tínhamos que ir embora. E sabendo como era ali o trânsito, sabíamos que teríamos que apanhar o táxi bastante mais cedo da hora do voo para não o perdermos.

Assim, hoje o nosso passeio centrava-se na zona a Île de la Cité, onde se encontra a Catedral de Notre-Dame. Hoje já não tínhamos o travel card e por isso fomos a pé. Não ficava muito longe do nosso hotel e sempre dava para conhecer melhor Paris. Chegámos então primeiro à Catedral. Como havia uma fila enorme para entrar decidimos ir primeiro aos outros sítios e depois voltar e ver com mais atenção este monumento.

No dia anterior quando tínhamos comprado os bilhetes para as Catacumbas tínhamos também comprado a bilhete para a cripta arqueológica de Paris. A cripta ao contrário que pensámos inicialmente não ficava ao lado das Catacumbas mas sim nesta zona da cidade. Aqui se encontram vestígios da cidade de antigamente. Estes vestígios foram descobertos entre 1965 e 1972 quando se realizaram várias escavações nesta zona. Estão aqui preservados o cais da antiga cidade de Lutèce, a muralha que permitia proteger a cidade, os locais onde eram os banhos, entre outros.

Em seguida fomos para a Sainte-Chapelle onde também se encontra o palácio da Justiça (foto em baixo) e o Conciergerie.

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Para entrar na Sainte-Chapelle também havia fila mas nada que se comparasse com a das catacumbas. Assim comprámos os bilhetes e entrámos para visitar a Sainte-Chapelle. Esta igreja é lindíssima. Não é muito grande mas os seus vitrais são os aspectos mais belos e notáveis desta construção. É mesmo de entrar aqui e abrir-se a boca de espanto.

O próximo destino, que era mesmo ao lado, foi o Conciergerie. Este é o principal vestígio do antigo Palácio da Cidade ou Palácio de la Cité e foi residência e sede do poder real francês entre o século X ao século XIV. Em 1392 este local foi convertido em prisão do Estado. Durante a Revolução Francesa foi aqui que Marie Antoinette se encontrou presa até a sua execução (e é isto mesmo um dos principais focos na exposição no Conciergerie).

A partir de agora tínhamos toda a tarde para a catedral. Primeiro comer qualquer coisinha e depois ala para a Notre-Dame. Quando tinha andado a pesquisar sobre Paris tinha lido que uma das coisas muito aclamadas era o fallafels e como diziam que as melhores eram as de L’as du Fallafel, para aqui nos dirigimos. Infelizmente quando lá chegámos estava fechado, mas ali na zona havendo vários estabelecimentos a vender as tais fallafels decidimos ir experimentar as do Chez Marianne. Eh, não era assim grande coisa, nada que voltasse a repetir ou que vou ter saudades cada vez que pensar em Paris.

No caminho para a catedral ficámos curiosos por uma torre enorme no meio de um jardizito. Pelos vistos é a torre de Saint-Jacques (fotografia abaixo à esquerda). Esta torre é o único vestígio restante da igreja de Saint-Jacques-de-la-Boucherie dedicada a Santiago Maior.

E agora sim, finalizámos o nosso dia na Notre-Dame. Como no dia anterior chegámos já tardito, os jardins à volta da catedral já estavam fechados, mas hoje tivemos a oportunidade de também passear por aqui.

E aqui passámos o resto da nossa tarde. Tenho fotos e fotos que o meu namorado tirou, quase todas a pequenos pormenores (que é o que não faltava). E assim chegou a hora de pensar no jantar. Para compreenderem porque o nosso jantar foi o que foi tenho-vos que dizer que o meu namorado é um apreciador de cerveja e principalmente de cerveja importada. Assim sendo, há 12 anos atrás ele tinha bebido uma cerveja francesa que era feita a partir do whisky,  a Adelscott. Nós não a encontrámos em lado nenhum e chegámos mesmo a perguntar nos bares mas ninguém a conhecia. Depois de muito pesquisar, porque lhe queria fazer a vontade, descobri que havia a venda nos supermercados Carrefour (é verdade, também fiquei espantada). Como havia um a cerca de 10 minutos do hotel, o nosso jantar claro que foi cerveja, sandes de queijo (com vários queijos) e bolos que comprámos na loja onde tínhamos comprado os bolos no dia anterior. Sim, o senhor devia pensar que tinha arranjado ali uns grandes clientes. E assim foi o nosso último “glamoroso” jantar em Paris.

Por acaso tenho a dizer que gostei muito, depois do cansaço e do frio era mesmo de um jantar assim que estava a precisar.

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A nossa viagem a Paris estava quase, quase a terminar, havia só mais umas horitas no dia seguinte. Para verem o resto cliquem em:

Paris – 4º Dia

Paris – 1º Dia – 1ª Metade

Paris  1º Dia – 2ª Metade

Paris – 2º Dia

França – Paris

Paris – 2º Dia

Hoje o primeiro sítio foram as Catacumbas de Paris. Chegámos lá cerca das 11 horas e não é o nosso espanto quando encontrámos uma fila enorme para entrar. Só chegámos a entrar por volta da 1 da tarde. Foram duas horas aos saltos, pulos, e qualquer movimento que fizesse aquecer. E não era só eu, quase toda a gente fazia o mesmo numa maneira quase impossível de se aquecer, porque a fila era na rua. Mas lá esperámos e finalmente entrámos. As catacumbas de Paris são enormes, túneis e túneis que servem de cemitério para milhões de pessoas de várias épocas, ossadas provenientes de vários cemitérios. As catacumbas foram construídas em 1786, numa tentativa de combater as epidemias e doenças que assolavam a população, transladando assim cadáveres e ossos de diferentes cemitérios da cidade para as catacumbas.

Depois de 1 hora a andarmos pelos túneis cheios de ossadas apanhámos o metro para o Panthéon (Panteão de Paris). Este é um edifício de facto imponente que se encontra rodeado de outros também importantes como a igreja Saint-Étinne-du-Mont, a biblioteca Sainte-Geneviève, a universidade Patheon-Sorbonne e a Mairie du 5e arrondissement.

O seu interior é lindíssimo com várias obras de arte e onde se encontra o famoso Pêndulo de Foucault. Este pêndulo é assim chamado em referência ao físico francês Jean Bernard Léon Foucault e é resultado de uma experiência concebida para demonstrar a rotação da Terra em relação ao seu próprio eixo. No Panthéon encontram-se sepultados grandes nomes das ciências, artes, política e militares, como Marie e Pierre Curie (físicos), Louis Braille (criador do sistema de leitura para invisuais), Alexandre Dumas (escritor), Voltaire (escritor e filósofo), entre outros.

Em seguida, hora da comidinha. Não foi nada de espectacular, acabámos por ir comer qualquer coisa ao Burguer King e seguir viagem. Fomos passear ao Le Jardin du Luxembourg. Neste grande jardim existem várias estátuas magníficas e onde se encontram o palácio e o museu de Luxemburgo.

Na nossa lista para próxima paragem estava a Igreja de Saint Sulpice. Como era pertinho decidimos ir a pé. A Igreja de Saint Sulpice é a segunda maior igreja da cidade de Paris. É aqui que se encontra o primeiro meridiano do mundo (mencionado no livro de Dan Brown em Código de Da Vinci como a Linha da Rosa Arago). Foi aqui inicialmente considerado o meridiano zero, até este estatuto ser alterado para o meridiano de Greenwich.

Depois de nos maravilharmos com esta igreja, ainda tentámos ir ao museu de Cluny, mas ia fechar dentro de 10 minutos (já eram quase 6 da tarde). Como não conseguimos visitar o museu, fomos tentar a nossa sorte na Catedral Notre-Dame. Mesmo que já não desse para entrar ao menos podíamos vê-la por fora. E tivemos sorte, estava aberta e ainda tínhamos tempo que chegasse. Como qualquer sítio famoso, estava apinhado de gente. Na altura que fomos estava a dar missa, mas isso não refreou ninguém de a visitar. Para mim na verdade até deu um toque mais especial. Posso dizer que já estive na missa da Catedral Notre-Dame. Apesar de não ser religiosa não deixa de ser uma experiência importante. Em relação à Catedral só posso dizer que é enorme e belíssima. Foi construída em homenagem à mãe de Jesus, nossa Senhora daí o seu nome Notre Dame. Não há explicação que dê o verdadeiro valor deste sítio. Sim é de tirar o folgo e sim vale a pena visitar. Tanto vale a pena que voltámos aqui no dia seguinte outra vez, mas isso é história para o próximo “episódio”.

Depois disto já era quase noite e era horas de voltar ao hotel. Não nos julguem mas para jantar voltámos a ir ao Domino’s e mais bolos. Acho que os bolos vocês percebem. Agora porquê o Domino’s outra vez? A verdade é que Paris é uma cidade caríssima e obviamente que isto inclui os restaurantes. E depois da nossa experiência do dia anterior com os crepes salgados não quisemos arriscar. Os bolos meto aqui a vitrina da loja para perceberem porque não dava para resistir vir aqui outra vez.

Para continuarem a ver a nossa viagem pelas delícias de Paris, cliquem em:

Paris- 3º Dia

Paris – 4º Dia

Post Anteriores:

Paris – 1º Dia – 1ª Metade

Paris  1º Dia – 2ª Metade

França – Paris

Paris – 1º Dia – 2ª Metade

Então onde nos encontrávamos? Ah sim, a apanhar o metro para a Basílica Sacré Coeur. Da estação do metro até à basílica tem que se subir por estradinhas que estão cheias de lojas com lembranças, com chocolates e crepes. É uma zona cheia de vida.

Aqui vou fazer um aviso, para não serem enganados como nós fomos. Quando estávamos a subir as escadas para a Sacré-Coeur, fomos abordados por uns jovens com umas tiras de pano a dizerem que estas pulseiras eram tradição. Eu como sou muito desconfiada nem parei, mas o meu namorado que foi mais hesitante não escapou. Puseram-lhe a pulseira com cores e depois disseram-lhe para lhes dar o dinheiro que tinha ou faziam-me mal. Ou por outras palavras, foi um roubo. Por isso não se deixem enganar. Depois deste dissabor nem vimos bem a basílica. De qualquer forma não nos passou despercebido a vista que daqui se tem sobre Paris, já que estando no topo do monte Martre, encontramos-nos no ponto mais alto da cidade. Não sei se foi do que se tinha acabado de passar, ou de termos visto recentemente outras cidades onde as igrejas eram de encantar, não achamos a basílica nada de especial. É bonita, não posso dizer que não, mas não é A mais bonita que já vi na minha vida.

Ainda fomos também ver uma igreja que estava ao lado, a Paroisse Saint-Pierre de Montmartre. Como a entrada não ficava ali ao lado da basílica, tivemos que dar a volta ao bairro e aí nos apercebemos que esta zona é de muito movimento, como vários restaurantes e cafés por ali espalhados.

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Voltámos para o metro e seguimos para o arco do Triunfo. Quando chegámos estava a começar a arrefecer, e nós já com fome e de mau humor. Como o meu namorado tem medo de alturas, sabia que não íamos subir ao arco.

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Assim sendo fomos antes comer algo por ali. Encontrámos o brioche doreé. Existem vários estabelecimentos pela cidade (incluindo no aeroporto). Basicamente é sandes e….doces…ai aquela tarte de framboesa que pedimos. Deliciosa é o que tenho a dizer. Só vos disse que o ânimo com que saímos de lá foi outro.

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Mais bem dispostos fomos aproveitar o pouco que restava do dia e ver a famosa Torre Eiffel. Quando se lá chega o sentimento que se tem é o mesmo quando se vê a pirâmide do Louvre. Tens a certeza que estás em Paris.

20180222_170754Como já vos disse acima , o meu namorado tem medo de alturas, por isso não estava com ideias de subir. Ele estava tentado mas também estava com medo. Tivemos meia hora ali, ele a tentar ver as condições da subida, a pensar nos prós e contras sobre a subida. Quanto a mim, como já estava a anoitecer e estava mesmo frio, mas MESMO frio, tomei a decisão por ele e disse para nos irmos embora. Dei a desculpa que era caro (e até que é, mas também é uma vez na vida) e saímos dali sem subirmos à torre.

Para jantar pensámos ir a um restaurante que tínhamos visto na noite anterior a caminho do Domino’s, “Les Fondus de la Raclette”. Infelizmente quando lá chegámos disseram-nos que estava tudo reservado. Acabámos por jantar num local de crepes do qual também tínhamos visto as reviews e que nos tinha agradado, o “Krügen“. Não sei se fomos nós que escolhemos mal a comida. Não sei mesmo, porque o restaurante até estava cheio. Nós pedimos um crepe de queijo com mostarda e fiambre. Epá o crepe para mim (e o meu namorado foi da mesma opinião) estava muito salgado e a mostarda não ficava ali nada bem. Só sei que pagámos quase 16 euros cada um e para nós não valeu nem metade desse dinheiro.

Mas pronto, para não ficarmos com o dia perdido, fomos experimentar a outra pastelaria da rua do hotel. Pedimos um cheesecake, que descobrimos ser de limão e um bolo que sabia mesmo a ferrero rocher. Eram tão, mas tão bons que se pudéssemos até tínhamos repetido. Posso até dizer que se não foram os melhores bolos que comi até agora andam lá bem perto.

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E assim com altos e baixos se tinha acabado o nosso primeiro dia em Paris.

Para ver o resto da viagem cliquem em:

Paris – 2º Dia

Paris – 3º Dia

Paris – 4º Dia

França – Paris

Paris – 1º Dia – 1ª Metade