Barcelona – 2º Dia (2ª Parte)

Então onde nós estávamos? Ah sim, na praia da Barceloneta, uma das mais antigas e famosas praias de Barcelona, depois de termos sofrido uma serie de desilusões durante a manhã.

Assim passado um bocado de estarmos ali ao sol, pusemos os pés a caminho.

A ideia agora para a tarde era visitar:

  • Museu do Chocolate
  • Bairro Gótico
  • Las Ramblas (incluindo um café “Bosc de les fades”)
  • La Boquería (o mercado que fica na rua das Ramblas)

Há que dizer que algum do pessoal a esta hora já estava a ficar com fome, mas com fome a sério pelo nível de rabugice que apresentavam. Ah pois, não tomaram um pequeno-almoço como eu, agora é que eram elas. Eu como já sabia o que a casa gasta, até nem tinha fome naquela altura e disse para eles escolherem um restaurante que lhes faria companhia mas que não ia comer, pelo menos para já. Eles bem que olharam para vários restaurantes na zona da Barceloneta, mas ninguém foi capaz de escolher um restaurante (um pouco do mesmo quando sou eu com o meu namorado). Por isso como ninguém ia tomando uma decisão íamos avançando ao mesmo tempo que um dizia “Vá escolham qualquer restaurante”, outro propunha enquanto lia o menu do restaurante mais perto “Este?” com a finalização do terceiro “Há mais ali para a frente” e com isto chegámos ao museu do chocolate. Como já era perto das 2 e meia da tarde e o museu fechava às 3 (tudo por causa do maldito feriado), aconselharam-nos a voltar noutro dia visto que segundo as meninas que estavam ao atendimento, demorava-se cerca de 1 hora no mínimo a ver o museu.

Assim, ainda mais rabugentos dirigimos-nos para o Bairro Gótico. Da maneira como estávamos nem demos bem valor ao que estava a nossa volta, mas como estivemos aqui várias vezes eu já vos falo um bocadinho deste bairro. Lembrámos-nos de ir almoçar ao tal bar/café nas Ramblas. Andámos um bocado por ali perdidos sem conseguir encontrar esse tal sítio. Perguntámos a uns quantos funcionários que trabalhavam nos muitos restaurante daquela rua, até que uma rapariga nos deu as indicações. Podem achar engraçado mas também não foi aqui que almoçámos. Olhámos para o menu, que não tinha muito escolha no que toca a alimento e dissemos: “vamos comer primeiro a qualquer sítio e depois voltamos”. Sim a este ponto já estávamos a ser estúpidos. Então voltámos ao Bairro Gótico, até que depois de muita da mesma conversa ouvida na Barceloneta, escolhemos por fim um restaurante, o Venus Delicatessen. O mais engraçado é com tanta andança eu acabei por almoçar quando me chegou a fome. Eu experimentei moussaka que é um prato tradicional de um país completamente diferente mas estava deliciosa e isso é que interessa. Para perceberem melhor os meus amigos, aquele que se queixou mais da fome e que estava mais rabugento deixou metade da comida no prato, não porque não era boa, mas porque já estava cheio. Não é preciso dizer que ele é homem, e logo aqui deixo pausa para reflexão.

Então de barriga cheia, isto já era 3 e meia da tarde, lá fomos dar um volta como deve ser ao Bairro Gótico.

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Este é um sítio cheio de personalidade, com as suas ruas estreitas e recantos escondidos. É um bairro medieval que junta o passado histórico a uma cidade moderna como a de Barcelona. É aqui também que existem muitas, mas mesmo muitas lojas de recordações. Sendo que a minha amiga tinha mais de mil e uma recordações para comprar para a família, amigos, conhecidos e acho que alguns até deveriam ser desconhecidos, digamos que passámos uma grande, mas mesmo uma GRANDE parte do tempo (a meu ver demasiado tempo) a entrar nestas lojinhas, não só aqui no Bairro Gótico mas por qualquer sítio que passámos e onde havia estas lojas (ou seja por todos os pontos turísticos). Andámos um pouco por aqui, até que fomos dar às Las Ramblas. Esta é que é uma rua feita mesmo para turistas. Existem milhares de restaurantes (um tanto com a Rua Augusta em Lisboa) e pessoas a vender as mais variadas coisas, sim incluindo recordações. Não deixo de reconhecer que é uma zona vibrante, cheia de cor, de pessoas e que vale a pena vir conhecer.

20180501_141120Em seguida, já que aqui estávamos fomos ao tal bar “Bosc de les fades”. Para quem também quer vir aqui , a forma mais fácil de vos explicar onde é, é dizer-vos que fica mesmo ao lado do museu da cera (que apesar de não lá termos ido, fiquei com muita curiosidade de lá entrar). O museu tem algumas “pessoas” nas janelas do museu o que achei engraçado e para além disso fazem digressões à noite, o que me pareceu bastante interessante.

 

Passemos então ao tal bar. Vale mesmo a pena vir conhecer o espaço. É um bocado carote? É, tal como tudo em Barcelona. Mas eu acho que vale a pena vir aqui na mesma. Eu e a minha amiga já tínhamos ouvido falar deste invulgar bar na Internet e tínhamos posto como um dos sítios que queríamos definitivamente visitar. O que tem este sítio de especial? Este café por dentro é um bosque, mas um bosque encantado. Quando se entra o ambiente é um pouco misterioso, não há muita luz e representa mesmo uma floresta à noite. Havia mesmo sítios dentro do café onde estava tão escuro que não se via nada. Não falta dizer que também estava apinhado, mas por acaso conseguimos encontrar uma mesinha para nós. Tivemos sorte que enquanto aqui estivemos houve uma “trovoada” cheia de relâmpagos, o que foi muito giro. Pode-se dizer que este é mesmo um bar de conto de fadas.

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Depois de nos maravilharmos com este sítio, decidimos  passar ao restante plano para este atribulado dia. Seguimos para La Boquería, o mercado  que fica nas Ramblas. Convém dizer que estava fechado. Só para não ficarem com a ideia que já estava a correr tudo bem para os nossos lados. Assim, como ainda tínhamos tempo para matar onde nós nos fomos enfiar? AHAHAH, gosto da minha inocência na escolha de palavras! Então onde é que nós fomos??? Fomos ao Museu de L’Erótica  que ficava mesmo em frente ao mercado. Não vale mesmo a explicar muito o que se viu por lá, acho que o nome fala por si mesmo. Posso dizer que tenho como experiência, uma experiência bem estranha, de ver filmes porno de 1930’s ou 40’s (já nem tenho bem a certeza) com os meus amigos. Antes que pensem que sou estranha, vou passar a explicar. No museu estava a passar uns filmes porno feitos com um rei qualquer desta altura e estavam a mostrá-los. Acho que tivemos hum…não sei, talvez 10 minutos até nos apercebermos-nos bem do que se estava a passar. As coisas que acontecem em Barcelona!!

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O resto da tarde, depois desta estranha mas divertidíssima experiência, foi passada a passear ou melhor a vaguear entre Las Ramblas e o Bairro Gótico, pois tínhamos decidido ir comer paella num restaurante ali no Bairro Gótico. Afinal estávamos em Espanha e tínhamos que entrar um bocado no espírito tradicional do país. Depois de queimar umas boas duas horas muito deste tempo a entrar em lojas de recordações fomos jantar. Tínhamos visto as reviews de vários restaurantes da zona e o melhor avaliado era o Pitarra. Mas adivinhem o que aconteceu? Estava fechado! Pois, que raio de sorte a nossa naquele dia! Então fomos ao restaurante da frente: o Momo. Eles tinham um menu com tapas para entrada, paella como prato principal e sobremesa por um preço de 22 euros. Não nos pareceu muito mau e não queríamos passar pela mesma palhaçada do almoço. O restaurante era acolhedor e eu gostei da comida. Havia uns croquetes de fiambre que eu se pudesse tinha comido meia dúzia. E gostei da paella, mas também nunca tinha comido, era a primeira vez. Quem já tinha experimentado este prato disse que já tinha comido melhor, mas eu gostei. E já andei a ver depois no tripadvisor e o restaurante não esta nada mal avaliado, até pelo contrário. Por isso acho que se pensarem em lá ir não ficarão mal servidos. Peço desculpa mas as fotografias aqui não tem grande qualidade, mas em minha defesa a luz dentro do  restaurante também era um bocadinho para o reduzida.

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Barcelona – 3º Dia (1ª Parte)

Barcelona – 3º Dia (2ª Parte)

Barcelona – 4º Dia

Barcelona – 2º Dia (1ª Parte)

Nós fizemos esta viagem no princípio de Maio e este segundo dia calhou no dia 1 de Maio, o dia do trabalhador e por isso como sabem era feriado. Nunca tínhamos pensado que isso tivesse impacto na nossa viagem, mas infelizmente teve. Já vos explico melhor.

Para hoje tínhamos planeado visitar:

  • La Pedrera ou casa Milà
  • Casa Batlló
  • Museu Egípcio
  • Museu de História da Catalunha
  • Praia Barceloneta
  • Museu do Chocolate

Comecemos então pelo pequeno-almoço. Como normalmente eu e o meu namorado pedimos sempre o pequeno-almoço incluído no quarto do hotel para já sairmos meio almoçados, visto que normalmente ninguém consegue escolher o que quer comer até ficarmos rabugentos e insuportáveis, hoje também decidimos tomar o pequeno-almoço no hotel. Tínhamos feito as contas ainda quando estávamos a marcar o hotel e ficava-nos mais barato pagar o pequeno-almoço todos os dias, em separado do que já incluído no preço do quarto. Eles até muitas opções diferentes mas todos nós achámos um bocadinho caro, mas o esperado para os preços em Barcelona. Mas não duvidem, já que tinha pago aproveitei para comer bem. Os meus amigos não foram assim como eu (ah a experiência conta muito), e  por isso ao princípio da tarde já havia rabugice por causa da fome. Mas isso foi muito mais tarde. Portanto voltando aonde estávamos.

Saímos então do hotel, apanhámos o metro e saímos na saída de Girona, que dali até à “La Pedrera” era um saltinho, e assim também conseguíamos passear um bocadinho por Barcelona. O que foi uma grande ideia, porque Barcelona é deveras uma cidade pitoresca. Chegámos ao Passeig de Gràciauma das maiores e mais movimentadas ruas de Barcelona e onde se encontram exemplos da arquitectura de Gaudí, a La Pedrera e a Casa Batlló.

dsc00051Quando chegámos à La Pedrera, o edifício falava por si só e vá de toda a gente tirar as suas máquinas fotográficas/telemóveis. A nossa ideia era entrar, acreditem que sim, mas depois de ver que o preço de entrada, 25 euros, pensámos duas vezes, até porque queríamos ver muita coisa e não queríamos estourar o dinheiro logo ali.

cimg9538 Ainda tirámos umas fotos à entrada e estivemos na loja de recordações, mas foi só isso. Ainda por cima estava a chover e ir ao telhado, uma das zonas que se deve visitar (por este preço acho que se deve ver tudo e mais alguma coisa, olhando para todos os pormenores), seria complicado, decidimos não entrar e depois voltar se houvesse tempo (parece-me que toda a viagem foi um pouco dentro desta dinâmica). Só para vos elucidar um bocadinho da história de “La Pedrera”: É um edifício com uma arquitectura magnífica, idealizado e concretizado por Antoni Gaudí, reconstruído de um edifício já ali existente entre 1906 e 1912 a pedido dos seus donos Pere Milà e Roser Segimon (e daí também ser chamada de Casa Milà). A ideia dos seus donos era que o nível inferior fosse a sua habitação e que os restantes andares arranjados de maneira a serem arrendados. Este processo foi complicado pois o próprio Gaudí mudou o projecto várias vezes durante a reconstrução deste edifício, tendo pelo caminho levantado problemas legais e financeiros com as suas mudanças e ideias controversas. Para terem uma ideia, só o volume do próprio edifício era ilegal. Mas apesar de todas as contrariedades, o edifício ali está: construído e acabado para poder ser apreciado.

CIMG9540Como não entrámos, começámos a descer a avenida até à segunda construção de Gaudí agendada para este dia, a Casa Batlló. O que posso dizer é que aqui ainda havia mais gente na fila para entrar. Mas o preço do bilhete rondava o mesmo  do da La Pedrera. Portanto se não tínhamos entrado numa, também não íamos entrar na outra. A casa Batlló é um edifício colorido com uma arquitectura exorbitante própria do arquitecto que lhe deu vida. Este edifício definitivamente demonstra que o arquitecto tinha uma forte ligação com a natureza. Também este edifício é resultado de uma reconstrução de um outro edifício que ali se encontrava anteriormente. O seu nome deve-se a família que ali vivia, a família Batlló, cujo dono não impôs limitações a Gaudí, pois ele mesmo queria um edifício único, que não se pudesse comparar a nenhum outro, mostrando audácia e ousadia. A Casa Batlló ficou pronta em 1906.

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Como também só andámos ali a tirar uma fotos, fomos descendo um pouco mais a avenida a apreciar a arquitectura dos edifícios daquela avenida. Perto da La Pedrera encontrava-se o Museu Egípcio e foi por aí mesmo que decidimos tentar a nossa sorte. E não é que tivemos mesmo sorte?! Estava aberto e íamos puder comer depois de pagar o bilhete de entrada (sarcástica?! Talvez não tanto como pensam). O museu não é muito grande e a sua entrada podia até passar despercebida, mas não sei se foi de ser este o primeiro sítio que entrámos depois de tantas tentativas falhadas, eu adorei este museu. Aqui retrata-se a excitante história do tempo dos faraós, contando com várias exibições, onde se inclui múmias (sim, verdadeiras!), amuletos, jóias e….sarcófagos!

A exposição temporária naquela altura e talvez a mais significativa/conhecida foi a “Tutankhamon, Història D’un Descubrimiento”, cuja exposição relata os acontecimentos da descoberta do túmulo de Tutankhamón. Afinal quem não conhece a maldição e os estranhos acontecimentos que se deram aquando desta maravilhosa descoberta?! (Se não conhecem é só fazer uma pesquisa rápida no google e ficam logo a saber).

Assim saímos do museu com outro espírito. Afinal sempre tínhamos conseguido visitar alguma coisa do que tínhamos organizado para este dia!

O seguinte era o Museu de História da Catalunha. Para virmos para aqui tivemos que apanhar o metro e como era mesmo ao pé da praia da Barceloneta, a ideia era darmos aqui uma voltinha depois de visitar o museu. Quando chegámos lá e para não nos esquecermos das dificuldades que tínhamos encontrado até agora o museu estava fechado porque era feriado. A moral voltou a ficar um bocado em baixo, mas também não havia nada que pudéssemos fazer. E assim nos dirigimos para a praia da Barceloneta.

dsc00061Esta zona da Barceloneta é bastante movimentada, onde se encontram vários restaurantes, a marina e um passadiço onde várias pessoas aquela hora (incluindo nós) passeavam. Sentámos-nos no muro ao pé da praia a decidir o que íamos fazer com o resto do dia, afinal ainda era só 1 da tarde. Como o museu de História da Catalunha estava fechado, decidimos ir ao museu do chocolate a seguir e depois ir ver uma parte do que tínhamos  planeado visitar no dia seguinte, o Bairro Gótico e as Las Ramblas. Assim no dia seguinte teríamos tempo de voltar aqui.

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Barcelona – 2º Dia (2ª Parte)

Barcelona – 3º Dia (1ª Parte)

Barcelona – 3º Dia (2ª Parte)

Barcelona – 4º Dia

Frango e pimentos na frigideira

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Tempo de Preparação – 45 minutos
342 Kcal/ porção
4 porções

Ingredientes

– 200 Gr de arroz
– 1 Colher de sopa de azeite
– 300 Gr de peito frango cortado aos cubos
– 2 Pimentos vermelhos sem sementes cortados às fatias
– 1 Pimento verde sem sementes cortado às fatias
– 1 Pimento amarelo sem sementes cortado às fatias
– 1 Cebola grande fatiada
– 2 Colheres de sopa de molho de soja
– 4 Colheres de sopa de sumo de laranja
– Sal, alho em pó e paprika q.b.

Preparação

Num tacho, coza o arroz em água temperada de sal por cerca de 12 minutos. Entretanto tempere o frango com sal, alho em pó e paprika. Reserve. Numa frigideira anti aderente refogue a cebola no azeite por cerca de 3 minutos. Junte o frango e deixe cozinhar por mais 5 minutos, mexendo ocasionalmente. Adicione os pimentos, mexa, tape a frigideira e deixe cozinhar por cerca de 10 minutos a lume médio-baixo. Adicione então o molho de soja e o sumo de laranja. Mexa, deixe apurar por 3 minutos e retire do lume. Sirva o frango com os pimentos acompanhados do arroz.

Delicioso caril de vaca

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Tempo de Preparação – 140 minutos
384 Kcal/ porção
4 porções

Ingredientes

– 240 Gr de carne de vaca cortada em cubos
– 2 Cebolas médias picadas
– 1 Pimento amarelo sem sementes picado
– 2 Cenouradas fatiadas
– 2 Colheres de sopa de caril em pó
– 2 Latas de tomate picado
– 2 Colheres de sopa de chutney de manga
– 2 Colheres de polpa de tomate
– 200 Gr de arroz
– Sal, alho em pó e azeite q.b.

Preparação

Numa panela refogue a cebola num pouco de azeite durante 3 minutos. Adicione a carne previamente tempere de sal e deixe cozer durante 7 minutos, mexendo ocasionalmente, até esta começar a ganhar cor. Adicione o pimento, as cenouras e tempere com alho em pó. Misture e deixe cozer por mais 5 minutos, mexendo frequentemente durante este tempo.
Junte o caril em pó, os tomates picados, o chutney de manga, 300 mL de água e a polpa de tomate. Deixe cozer por 1 hora e 45 minutos, mexendo ocasionalmente. Se necessário, junte mais um pouco de água a meio tempo da cozedura.
Quando faltarem 15 minutos, coza o arroz em água temperada com sal.
Sirva o caril juntamente com o arroz.

Peixe à florentina

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Tempo de Preparação – 15 minutos
322 Kcal/ porção
4 porções

Ingredientes

– 4 Postas de peixe branco à escolha
– 4 Tomates cortados ao meio
– 4 Ovos
– 4 Fatias de pao
– 4 Colheres de sobremesa de manteiga
– 300 Gr de espinafres
– 1 Colher de sobremesa de vinagre
– Sal e alho em pó q.b.

 

Preparação
Numa frigideira anti-aderente frite o peixe já temperado de sal, e os tomates durante 10 minutos, a lume médio-baixo virando a meio tempo da cozedura. Num tacho ferva água temperada com sal e com o vinagre. Crie um remoinho na água com a ajuda de um garfo e coloque um ovo num dos cantos do tacho. Deixe-o cozer por cerca de 3 minutos e meio. Retire-o e coloque-o em água fria. Repita o processo com os restantes ovos.
Entretanto, torre as fatias de pão e barre-as com a manteiga. Corte as fatias de pão ao meio e reserve.
Para cozinhar os espinafres, tempero-os com sal e alho em pó, coloque-os num escorredor ou coador e escorra por cima deles cerca de 500 mL de água a ferver. Deixe escorrer durante uns segundos.
Em 4 pratos partilhe as fatias de pão, os espinafres, as postas de peixe, os tomates e por fim os ovos escalfados.

Aveia tostada com amêndoas e ameixa

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Tempo de Preparação – 12 minutos
479 Kcal/ porção
4 porções

Ingredientes

– 200 Gr de flocos de aveia
– 75 Gr de amêndoas
– 320 Gr de iogurte natural
– 150 mL de sumo de maça sem açúcar
– 40 Gr de passas de uva
– 3 Ameixas cortadas em cubinhos

Preparação
Comece por colocar os flocos de aveia e as amêndoas numa frigideira anti-aderente e deixe tostar por cerca de 5 minutos. Retire quando começarem a ganhar cor mas sem deixar queimar. Deixe arrefecer.
Coloque os flocos de aveia com as amêndoas numa tigela. Adicione o sumo de maça, o iogurte, as passas de uva e as ameixas. Misture tudo muito bem e está pronto a servir.

Jalfrezi vegetariano

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Tempo de Preparação – 60 minutos
401 Kcal/ porção
4 porções

Ingredientes

– 2 Colheres de sopa de azeite
– 2 Cebolas médias cortadas em meias luas
– 1 Maça descaroçada e cortada em cubos
– 2 Colheres de sopa de pasta de caril Jalfrezi
– 1 Cenoura fatiada
– 1 Pimento verde descaroçado e corta em cubos
– 400 Gr de tomates picados
– 1 Couve-flor separada em ramos
– 2 Latas de grão cozido
– 300 mL de caldo de vegetais
– 180 Gr de arroz
– 50 Gr de ervilhas congeladas
– Sal, alho em pó e salsa picada q.b.

Preparação

Refogue as cebolas com o azeite numa frigideira ou tacho largo. Quando as cebolas começarem a ficar vidradas junte a pasta de caril e deixe cozer por uns segundos. Adicione a maça, a cenoura, o pimento, os tomates, a couve-flor, o grão e o caldo de legumes. Tempere com sal e alho em pó. Misture e deixe ferver em lume médio por cerca de 40 minutos. Se necessário junte água a meio da cozedura. Entretanto, num outro tacho coza o arroz em água temperada de sal.
Quando o arroz estiver cozido, reserve-o.
Passado os 40 minutos, junte as ervilhas, rectifique os temperos e polvilhe com salsa picada. Mexa e deixe cozer por mais 5 minutos.
Sirva o caril juntamente com o arroz cozido.

Massa com vegetais e atum

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Tempo de Preparação – 30 minutos
465 Kcal/ porção
4 porções

Ingredientes

– 2 Latas de atum escorridas
– 250 Gr de massa
– 150 Gr de mix de vegetais congelados
– 1 Lata de milho cozido
– 100 Gr de ervilhas
– 150 Gr de queijo para barrar
– 150 mL de leite
– 1 Colher de sobremesa de raspa de limão
– 2 Colheres de sopa de salsa picada
– Sal e pimenta q.b.
– 4 Colheres de sopa de queijo ralado

Preparação
Coza a massa em água fervente temperada com sal. Quando a massa estiver quase cozida, junte os vegetas, o milho e as ervilhas e deixe cozer por 5 minutos, quando a água voltar a ferver. Num tacho, junte o queijo para barrar, o leite, a raspa de limão, a salsa e 2 colheres de água da cozedura da massa. Leve ao lume por 4 minutos, mexendo sempre com uma vara de arames até obter um molho homogéneo e cremoso. Tempere de sal e pimenta. Escorra a massa com os vegetais, junte-lhe o molho com o queijo e o atum. Envolva suavemente para não desfazer demasiado o atum. Sirva a massa polvilhada com queijo ralado.

Tortilha com atum e pepino

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Tempo de Preparação – 10 minutos
292 Kcal/ porção
4 porções

Ingredientes

– 1 Lata de atum escorrido
– 100 Gr de queijo creme tipo Philadelphia
– ¼ de pimento picado
– 4 Tortilhas
– 1 Molho de rúcula
– Sumo de meio limão
– Pimenta branca q.b.
– 1 Molho de folhas de alface picadas grosseiramente
– 16 Tomates-cereja

Preparação

Junte o atum, o queijo creme e o pimento. Misture bem e tempere com pimenta branca. Em cada tortilha, coloque a alface, a rúcula e ¼ da mistura de atum. Por cima adicione umas gotas de sumo de limão.
Enrole a tortilha e sirva cada acompanhada com tomates cereja

Tosta de pimento, cebola e mozzarella

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Tempo de Preparação – 20 minutos
192 Kcal/ porção
4 porções

Ingredientes

– 1 pimento vermelho sem sementes e cortado aos cubos
– 1 pimento verde sem sementes e cortado aos cubos
– 1 cebola picada
– 2 Colheres de azeite
– 4 Fatias de pao integral
– 125 Gr de queijo mozzarella cortado em fatias
– Sal, alho em pó e pimenta branca q.b.

Preparação

Aqueça o azeite numa frigideira e refogue a cebola e os pimentos durante 10 minutos, mexendo ocasionalmente. A meio tempo tempere com sal, alho em pó e com a pimenta.
Entretanto, torre as fatias de pão.
Coloque em cada fatia de pão ¼ da mistura dos vegetais e coloque o queijo por cima. Leve as fatias de pão ao forno a 180ºC por 5 minutos até o queijo estar a começar a derreter e está pronto a servir.