Salmão com crosta de pesto e queijo

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Tempo de Preparação – 30 minutos
501 Kcal/ porção
4 porções

Ingredientes

– 4 filetes de salmão sem espinhas
– 75 Gr de pão ralado
– 2 Colheres de sopa de pesto verde
– 2 Colheres de sopa de queijo ralado
– 1 Colher de sopa de manteiga derretida
– 3 Courgetes fatiadas
– 2 Cebolas roxas fatiadas
– 3 Cenouras fatiadas
– 600 Gr de batatas cortadas em cubos
– Sal, pimenta, alho em pó, paprica e azeite q.b.

Preparação

Ligue o forno a 200ºC. Num tabuleiro que possa ir ao forno coloque as courgetes, as cebolas, as cenouras e as batatas. Tempere com sal, pimenta, alho em pó e paprica. Regue os vegetais com o azeite e leve ao forno por cerca de 1 hora.
Entretanto numa tigela junte o pão ralado, o pesto, o queijo e a manteiga. Misture bem e espalhe esta mistura por cima dos filetes de salmão, previamente secos com a ajuda de papel de cozinha e temperados com sal. Leve os filetes de salmão ao forno por cerca de 20 minutos. Sirva o salmão acompanhado com os vegetais.

Fruta com puré de banana

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Tempo de Preparação – 10 minutos
92 Kcal/ porção
4 porções

Ingredientes

– 1 Manga descascada cortada às tiras
– 1 papaia descascada cortadas às tiras
– 1 Maça descaroçada cortada às tiras
– 100 Gr de frutos vermelhos
– 1 Banana
– 4 Colheres de sopa de iogurte natural

Preparação

Em 4 pratos coloque as tiras de manga, de papaia e de maça. Coloque também os frutos do bosque num dos cantos dos pratos.
Com a ajuda de um garfo esmague a banana, junte o iogurte e misture. Adicione aos pratos de fruta o puré de banana e está pronto a servir.

9 meses até ao Casamento

É verdade que já havia algum tempo que não dizia nada sobre a minha dieta. E muita coisa mudou desde o dia que comecei nesta jornada, uma jornada difícil com muitos altos e baixos mas com resultados sólidos. Obviamente que durante este ano tem havido alturas em que a comida e o exercício tem sido menos cuidados mas nunca voltei ao peso que tinha no início, nem perto disso. Então porque estou eu agora a voltar a pegar neste assunto?

32815880_2224345127595325_9205492513203290112_nPara quem não sabe eu fui tinha sido pedida em casamento em Fevereiro de 2016 mas nunca se tinha feito nada em relação ao passo seguinte, à organização do dito casamento.

No Fevereiro passado, quando estivemos em Paris para o nosso 10º aniversário de namoro, a minha prenda foi um convite do nosso casamento com uma data e a perguntar se ele aceitava casar comigo naquele dia. Ui as minhas colegas de trabalho estavam todas derretidas com a minha ideia. E sim, foi b35676c3eab78a2c6344a2e76dfd965e-20-109702240fofinho. E então assim começámos os preparativos para o nosso dia. Isto já foi há mais de 6 meses. Entretanto, já muita coisa foi feita. E muita coisa já foi alterada, inclusive a data e o local. O primeiro passo foi contratar uma wedding planner ou organizadora de casamentos/eventos, porque como estamos a viver longe de Portugal torna-se muito mais complicada toda a gestão necessária para tratar de tudo. Neste momento já temos o local para a realização do evento, fotógrafo e a parte da animação tratada. Temos em seguida que começar a preparar dos convites, do menu, da parte da decoração e a parte que me traz aqui hoje: O vestido.

Obviamente que qualquer noiva quer estar no seu melhor no dia do casamento e por isso agora que faltam 9 meses para me casar decidi voltar a um regime mais rigoroso, não só perder peso mas também tonificar o corpo.

Em relação à comida não tem havido assim muita diferença daquilo que tinha seguido quando comecei esta dieta. Pontos principais: Não passar as 1400 Kcal por dia e comer os alimentos certos. Ainda sigo a aplicação das Easy Meals (também podem ver aqui https://www.nhs.uk/change4life, mas não tem todas as receitas como a aplicação). Como passado 1 ano já fiz quase todas as receitas estou a começar a fazer receitas com as mesmas características que vêem numa revista de um supermercado daqui de Inglaterra (https://realfood.tesco.com/recipes.html). Podem sempre esperar que eu ponha as receitas em português, agora na nova secção que criei neste blog “Receitas Saudáveis”.

Agora a alteração mais importante, o exercício. O plano de exercício que ando a fazer chama-se P90X e é um plano de exercício intenso para fazer em casa. Acreditem que funciona, porque o meu namorado (agora meu noivo) já seguiu este plano e deu mesmo resultados visíveis. Tem vários níveis de intensidade, eu claro estou a fazer o mais fácil (é considerado mais fácil porque envolve mais cardio do que os outros níveis que envolve mais músculo). Mas é lixado, acreditem que é difícil, é uma sessão diferente todos os dias durante 6 dias para trabalhar músculos diferentes, cada sessão uma hora. Eu como sou muito preguiçosa e não me aguento fazer exercício todos os dias, faço exercício 4 dias. O plano que é de 90 dias, para mim é de 160 dias, mas não faz mal, porque a minha ideia é fazer exercício até ao casamento.  Este é o site se também estiverem interessados: https://www.beachbody.com/product/fitness_programs/p90x.do

Assim este mês perdi perto de 3,5 Kilos já foram.

Comecei com 73,7 Kilos (sim eu sei que ganhei algum peso desde que me tornei mais descuidada) e passado 30 dias tenho 70,3 Kilos. Ah, o próprio plano diz para ires tirando fotografias todos os meses e sim, nota-se uma pequena diferença, mas como devem saber a mudança de peso é mais fácil que a troca de gordura para músculo, por isso as diferenças não são tão visíveis como as da balança.

Daqui a 1 mês conto-vos mais um bocadinho como isto está a correr, não só a dieta mas também a preparação para o grande dia.

 

Barcelona – 4º Dia

Chegámos assim ao último dia em Barcelona. Hoje teríamos que apanhar o comboio a meio da tarde para o aeroporto de volta a Portugal. Esta não foi realmente uma viagem fácil, a minha colega estava pior do pé e eu tinha acordado com uma violenta constipação (que vos posso dizer que foi uma das piores que apanhei até hoje).

Como vos disse no primeiro dia, não tínhamos comprado os bilhetes para a casa-museu que ficava no parque Güell, porque tínhamos decidido cá vir de manha cedíssimo. Pois bem, quando chegámos ao parque (cedíssimo!) já só havia bilhetes para as 7 da tarde daquele dia e nós a essa hora já estávamos a regressar a casa. E foi assim que ficámos sem ver a casa-museu, o que foi uma pena porque era uma das coisas que  gostávamos mesmo de ter visto (é onde se encontram os lagartos com o padrão característico de Antoni Gaudí). Como não pudemos fazer nada senão aceitar a derrota, fomos para o mercado de La Boquería. Entre a paragem da camioneta e a paragem do metro ainda tivemos que andar um bocadinho e enquanto fazíamos esse percurso vimos uma igreja que parecia grandinha. Primeiro até pusemos a hipótese der ser um parque de diversões mas eu acho que deveria ser o Temple Expiatori del Sagrat Cor (Templo do Sagrado Coração de Jesus). Naquela zona, por acaso, também existe um parque de diversões, talvez daí a roda gigante que víamos. Nós não tivemos tempo para explorar aquela zona, mas acho que também deve ser giro visitar o templo.

Chegámos então à La Boquería que fica na ruas das Ramblas. Este é chamado na realidade de Mercat de Sant Josep de la Boquería (mercado de São José de La Boquería) mas é mais conhecido apenas por La Boquería. La Boquería é um enorme mercado público onde se podem encontrar os mais diversos alimentos, crus e cozinhados, de todas as formas e feitios. Este é um lugar cheio de cor, de vida tal como se espera num mercado e se  vieres com fome (até sem fome) podes ter a certeza que é muito difícil resistir à tentação. Eu agora pensando até gostava de ter experimentado pelo menos algumas coisas, como chocolates, batidos, empanadas, mas como estava constipada e até acho que estava com febre não estava com disposição para aproveitar o que tinha em frente dos olhos. Como se pode esperar o mercado estava a abarrotar de gente, mas transmite tal vivacidade e provoca de tal forma os nossos sentidos, com o cheiro, a cor, os sabores, que La Boquería é um dos locais que deve ser visitado em Barcelona.

Depois de se ter almoçado e como ainda tínhamos um tempinho para passear, entrámos dentro do Bairro Gótico e voltámos a sair do lado do mar, no Passeig del Colom. Como havia por ali uns banquinhos, estivemos  ali sentados apenas a apreciar a paisagem, do lado direito o Montjuïc, do lado esquerdo a Barceloneta. Enquanto estávamos ali sentados reparámos que no fundo da rua das Ramblas havia um pilar com uma escultura. Como estávamos curiosos de quem seria fomos nessa direcção e chegámos ao Monumento a Colón, também chamado de Mirador de Colón.

Como ao lado deste monumento fica o museu marítimo de Barcelona e foi para lá que nos dirigimos.

Como para entrar dentro do museu para ver a exposição permanente era preciso pagar, mas a temporária era de entrada livre,  por aqui nos ficámos. O Museu Marítimo de Barcelona tem como missão conservar, estudar e difundir o património marítimo do país, que é um duns mais ricos do mediterrâneo. Este museu encontra-se no edifício das Drassanas Reials, o local que era dedicado à construção de barcos entre o século XIII e o século XVIII.  Em 2012 foram feitas escavações nesta zona onde foi descoberto que nos fins do século XVI um novo edifício teria sido construído: o que faz parte da estrutura do de agora. Um cemitério romano também aqui foi descoberto durante essas mesmas escavações. O museu marítimo de Barcelona reabriu ao publico em 2014 depois da restauração ter sido acabada em finais de 2013. Este museu foi declarado em 2006 museu de interesse nacional pelo governo da Catalunha.

Depois de 4 dias intensos chegava a hora de voltarmos a casa. Primeiro metro, depois comboio e no final avião, de volta a Portugal. Eu ia cansada, doente e com uma certa frustração de ter visto tanto e não ter visto nada, porque no fundo Barcelona tem tanto para oferecer que mesmo tendo visto tanta coisa, muita mais tinha ficado para ver. Se voltarei? Não sei. Mas não me esquecerei dos momentos passados em Barcelona.


Post anteriores de Barcelona

Espanha – Barcelona

Barcelona – 2º Dia (1ª parte)

Barcelona – 2º Dia (2ª Parte)

Barcelona – 3º Dia (1ª Parte) 

Barcelona – 3º Dia (2ª Parte) 

Barcelona – 3º Dia (2ª Parte)

No último post tínhamos ficado a caminho do Estádio do Barcelona. Apesar de termos visto imensa coisa ainda eram 2 da tarde e até às 6, a hora que tínhamos que estar na Sagrada Família, havia tempo de ver mais qualquer coisinha.

Assim fui eu com os rapazes. Relativamente à capacidade deste estádio, este é o maior da Europa e o terceiro maior estádio do mundo, por isso podem perceber a sua enormidade e importância no mundo do futebol. A zona do estádio é bastante atractiva, tem vários sítios onde se comer, a maior e mais fantástica loja de desporto que tinha visto até hoje e até se quiserem existe a possibilidade de comprarem bilhetes para a tour pelo museu e pelo estádio. Demos por ali uma voltinha rápida e como nesta altura a fome já estava a apertar decidimos ir ter com a nossa amiga e ir almoçar. Não vos tinha dito mas na noite anterior tínhamos ido ao supermercado comprar qualquer coisa para o nosso pequeno-almoço, por isso não pensem que ainda não tínhamos comido nada. Porque se isso tivesse acontecido tinha havido a mesma festa que do dia anterior. Assim parámos no Pans para comer qualquer coisa e descansar.

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Às 5 e meia já estávamos a chegar à Sagrada Família. Eu cada vez que olhava para aquele edifício, que ainda está em construção, admirava-me por ver algo assim tão majestoso. E é por isso mesmo que vou-vos falar um bocadinho da Sagrada Família, mas  atenção há tanto para dizer, há tanto simbolismo envolvido que se ficarem interessados em saber mais podem ler mais no site http://www.sagradafamilia.org/es/

A Sagrada Família é um edifício que conjuga a religião com a natureza. A Sagrada Família, como o nome próprio indica, remete-nos para a religião católica, para Jesus, Maria e José, a Sagrada Família, o exemplo supremo. Muitas das esculturas encontradas da parte exterior retratam diferentes episódios da vida de Jesus, como por exemplo o seu nascimento e a sua crucificação. Pelo seu cariz religioso este é considerado um sítio de culto, de reza e de respeito. O edifício pode ser repartido em três fachadas, cada uma se centralizando numa passagem diferente da vida e dos ensinamentos de Jesus.  Uma das fachadas foca-se no nascimento de Jesus, outra foca-se na sua crucificação e ressurreição e a terceira foca-se na sua Glória, presente e futura. Cada fachada é depois separada por diferentes portais. Por exemplo, a fachada frontal do edifício centra-se no nascimento de Jesus, sendo esta parte separada no Portal da Fé, no Portal da Esperança, no Portal da Caridade, a parte superior no Portal da Caridade e nas Torres do Sino. No site que vos disse acima podem ler os diferentes simbolismos de cada fachada e de cada portal, se estiverem interessados. Irão-se aperceber tal como nos aconteceu a nós que cada mínimo detalhe tem um simbolismo associado.

Na parte interior, o jogo de luzes e a forma das colunas (semelhante a troncos de árvores) foram pensados e concretizados de forma a que se de a sensação de estar dentro de um bosque. Aqui  pretende-se reflectir calma, serenidade e o convite à reza e à reflexão. Não só aqui se vê o papel da natureza, também na parte exterior existem esculturas que representam por exemplo folhas e flores. Sobre a Sagrada Família e o seu simbolismo podia-me alongar muito mais, mas não quero ser demasiada detalhista. O que vale mesmo a pena fazer e virem visitar este sítio.

Este edifício, como disse, ainda se encontra em construção, sendo as doações uma grande parte do financiamento recebido. A finalização da Sagrada Família está marcada para 2028 (já sabem esta é a altura de visitar/voltar a visitar Barcelona), quando faz 100 anos desde o inicio da sua construção. E sim aqui passámos bastante tempo, até porque existem varias exposições, umas relativamente a este projecto e às suas alterações durante o tempo, outras sobre as diversas obras de Gaudí, existe uma sala onde apresentam um vídeo muito bom, muito informativo em que explicam o simbolismo envolvido na Sagrada Família, o seu processo de concretização e os seus planos para o futuro. Também aqui nesta edifício encontra-se o caixão com o corpo do arquitecto que deu origem a todo este processo, Antoni Gaudí.

Definitivamente este foi o ponto alto da nossa viagem. Esta zona como é turística é óbvio que não podia faltar lojas de recordações e por isso foi mais um tempão a olhar para chávenas e canecas e canetas e não sei que mais. E assim chegava-se a hora de jantar. Como nos estávamos mesmo cansados, depois de acordar tão cedo, e como a minha colega estava mesmo a rasca do pé, decidimos ir ao supermercado comprar qualquer coisa para comer e ficar por casa. Assim passámos a noite a ver televisão espanhola e basicamente a gozar com o que estávamos a ver.

Se quiserem ver o último dia passado em Barcelona cliquem aqui

Barcelona – 4º Dia

Barcelona – 3 Dia (1ª Parte)

Vamos lá passar ao 3º dia em Barcelona. Depois do dia de ontem, estávamos mesmo com esperanças que o de hoje fosse, digamos menos problemático. Acordámos bem cedinho para termos tempo de vermos tudo o que queríamos. E hoje finalmente íamos puder visitar a Sagrada Família. Mas já lá vamos. Como disse, acordámos bem cedo, arranjámos-nos mas já havia ali um pequeno probleminha. A minha amiga não conseguia andar muito bem, doía-lhe imenso o pé, ela que já se tinha começado a queixar no dia anterior à noitinha mas hoje sentia-se pior. Por ela dizer que aguentava, no início do dia não se lhe demos muita atenção. Assim hoje estava combinado visitarmos:

  • Museu d’Història de Catalunya 
  • Museu de la Xocolata (Museu do chocolate)
  • Montjuïc
  • Sagrada Familia

Pode parecer pouquinho mas o Montjuïc ficava afastado do resto das outras coisas e pensávamos que íamos por lá passear bastante tempo. Bem cedinho chegámos à zona da Barceloneta para a nossa primeira paragem. Vejam só que chegámos ainda antes da hora da abertura do museu, tal era a nossa vontade de aproveitar ao máximo o dia.

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Como o nome indica, o Museu d’Història de Catalunya conta-nos a história desta zona, através de recriações das diferentes épocas, desde do paleolítico até aos tempos actuais. Uma das muitas coisas que eu gosto quando visito um novo país é ter a oportunidade de descobrir um bocadinho da história desse mesmo país. Às vezes ler nos livros os factos históricos não se tornam tão apelativos como quando se está nesse mesmo país. Quando tens contacto com uma nova cultura acabas por te interessar saber um bocadinho do que se passou ali. E este museu é definitivamente um sítio onde se pode ter acesso à história da Catalunha.

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Quando saímos daqui a minha colega já estava aflita com o pé e por isso foi decidido ir ao Bairro Gótico a uma farmácia para verem se lhe conseguiam arranjar alguma coisa que aliviasse a dor que ela tinha. Enquanto ela foi à farmácia, nós ficámos sentados num largo e quando me dei conta à nossa frente estava uma igreja. Eu como sou daquelas pessoas que quer ver tudo, aproveitei logo para entrar.

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A igreja afinal era a Basilica di Santa Maria del Mar. Sabem o que é ainda mais engraçado? No dia anterior tínhamos passado pela a entrada principal e não tínhamos lá ido porque se pagava para entrar, mas pelos vistos entrando por uma das laterais já não é preciso pagar (ou talvez só se pagasse no dia anterior porque era feriado?). Esta igreja foi construída entre  1329 e 1383, cujo exterior transmite-nos a sensação de alguma austeridade que é completamente abatida pelo seu interior, que nos dá a impressão de espaço e de luz.

Depois desta pequena paragem seguimos para o Museu de la Xocolata. Estávamos portanto a contar passar lá uma hora de acordo com o que nos tinham dito no dia anterior. A primeira coisa boa quando lá chegámos é que os bilhetes são um chocolatinho embrulhado em papel com a bandeira do país de onde somos (obviamente que isto é perguntado na bilheteira). E ainda bem! Porque o cheiro a chocolate que se sente dentro do museu abre mesmo o desejo para comer chocolate. Na verdade dá vontade de se enfardar com chocolate. Mas tivemos que nos contentar com o bilhete (o melhor bilhete de sempre, diga-se de passagem). No início da exposição começa-se um pouco por explicar de onde vem o chocolate, do seu valor na sociedade apresentando vários anúncios antigos onde o chocolate tem o foco central. E depois temos as mais impressionantes esculturas feitas unicamente com chocolate. E são realmente impressionantes, as cores, os detalhes faz pensar que seja impossível que a criação que temos perante nós seja feita apenas com chocolate.

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20180502_112808Mas apesar de serem mesmo, mesmo boas as esculturas, não passámos aqui uma hora, nem pouco mais ou menos. Passámos aqui meia hora, se muito. Afinal podíamos ter vindo no dia anterior.

Nota: Se o bilhete para vocês não for suficiente eles tem uma loja com os mais diferentes chocolates que podem comprar, ou se não comprarem como nós, pelo menos podem-se babar.

Saindo então mais cedo do que o esperado, seguimos para o nosso próximo ponto, o Montjuïc. Como os bilhetes de transporte que tínhamos comprado no primeiro dia também davam para o fonicular, íamos aproveitar para irmos neste meio de transporte que nos levaria até a meio do monte. Agora a meio do monte para chegarmos ao topo tínhamos três opções: ir a pé, mas a minha amiga não aguentava andar tanto tempo por isso esta opção estava excluída; irmos de camioneta que o nosso bilhete também dava ou de teleférico. Eu confesso que gostava muito ter ido de teleférico, porque acho que a vista deve ser espectacular dali de cima, mas como ainda era carote decidiu-se ir de camioneta.

Agora o que é este tal Montjuïc?

Basta dizer que e o berço de Barcelona. Foi aqui que nasceu e de onde cresceu a cidade que hoje visitamos. Este monte em documentos antigos catalães é também chamado de “Monte dos Judeus”. No topo desta colina encontra-se o castelo que é um antigo forte construído em 1640 e hoje é um sítio turístico não só pelo seu valor histórico mas também pela belíssima vista da cidade e da marina que daqui se tem. Uma das curiosidades sobre este forte é que foi um dos pontos escolhidos  para a determinação da unidade de medida de comprimento, o metro, juntamente com a cidade de Dunkirk no norte de França. Determinações essas feitas pelos astrónomos franceses Jean Baptiste Joseph Delambre e Pierre François André Méchain.

Também aqui se encontra o Estádio Olímpico que foi o palco dos Jogos Olímpicos de 1992.

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Neste sítio, no  Montjuïc, existem vários edifícios que nós não tivemos oportunidade de explorar como a Fundação Joan Miró, o cemitério de Montjuïc, os jardins botânicos, o museu de etiologia, o museu catalão de arqueologia e o museu Olímpico e do desporto, entre outros.

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Visto que passámos aqui menos tempo do que o que tínhamos contado (tal como no museu do chocolate) decidiu-se ir visitar o Estádio de Barcelona antes de ir para a Sagrada Família (os nossos bilhetes estavam marcados só para as 6 da tarde). O estádio do Barcelona era algo que os rapazes gostavam de ver mas que tínhamos tido dúvidas se haveria tempo ou não. Afinal tivemos.

Para verem a nossa passeata ao Estádio do Barcelona, à Sagrada Família e o nosso último dia cliquem no link

Barcelona – 3º Dia (2ª Parte)

Barcelona – 4º Dia

Barcelona – 2º Dia (2ª Parte)

Então onde nós estávamos? Ah sim, na praia da Barceloneta, uma das mais antigas e famosas praias de Barcelona, depois de termos sofrido uma serie de desilusões durante a manhã.

Assim passado um bocado de estarmos ali ao sol, pusemos os pés a caminho.

A ideia agora para a tarde era visitar:

  • Museu do Chocolate
  • Bairro Gótico
  • Las Ramblas (incluindo um café “Bosc de les fades”)
  • La Boquería (o mercado que fica na rua das Ramblas)

Há que dizer que algum do pessoal a esta hora já estava a ficar com fome, mas com fome a sério pelo nível de rabugice que apresentavam. Ah pois, não tomaram um pequeno-almoço como eu, agora é que eram elas. Eu como já sabia o que a casa gasta, até nem tinha fome naquela altura e disse para eles escolherem um restaurante que lhes faria companhia mas que não ia comer, pelo menos para já. Eles bem que olharam para vários restaurantes na zona da Barceloneta, mas ninguém foi capaz de escolher um restaurante (um pouco do mesmo quando sou eu com o meu namorado). Por isso como ninguém ia tomando uma decisão íamos avançando ao mesmo tempo que um dizia “Vá escolham qualquer restaurante”, outro propunha enquanto lia o menu do restaurante mais perto “Este?” com a finalização do terceiro “Há mais ali para a frente” e com isto chegámos ao museu do chocolate. Como já era perto das 2 e meia da tarde e o museu fechava às 3 (tudo por causa do maldito feriado), aconselharam-nos a voltar noutro dia visto que segundo as meninas que estavam ao atendimento, demorava-se cerca de 1 hora no mínimo a ver o museu.

Assim, ainda mais rabugentos dirigimos-nos para o Bairro Gótico. Da maneira como estávamos nem demos bem valor ao que estava a nossa volta, mas como estivemos aqui várias vezes eu já vos falo um bocadinho deste bairro. Lembrámos-nos de ir almoçar ao tal bar/café nas Ramblas. Andámos um bocado por ali perdidos sem conseguir encontrar esse tal sítio. Perguntámos a uns quantos funcionários que trabalhavam nos muitos restaurante daquela rua, até que uma rapariga nos deu as indicações. Podem achar engraçado mas também não foi aqui que almoçámos. Olhámos para o menu, que não tinha muito escolha no que toca a alimento e dissemos: “vamos comer primeiro a qualquer sítio e depois voltamos”. Sim a este ponto já estávamos a ser estúpidos. Então voltámos ao Bairro Gótico, até que depois de muita da mesma conversa ouvida na Barceloneta, escolhemos por fim um restaurante, o Venus Delicatessen. O mais engraçado é com tanta andança eu acabei por almoçar quando me chegou a fome. Eu experimentei moussaka que é um prato tradicional de um país completamente diferente mas estava deliciosa e isso é que interessa. Para perceberem melhor os meus amigos, aquele que se queixou mais da fome e que estava mais rabugento deixou metade da comida no prato, não porque não era boa, mas porque já estava cheio. Não é preciso dizer que ele é homem, e logo aqui deixo pausa para reflexão.

Então de barriga cheia, isto já era 3 e meia da tarde, lá fomos dar um volta como deve ser ao Bairro Gótico.

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Este é um sítio cheio de personalidade, com as suas ruas estreitas e recantos escondidos. É um bairro medieval que junta o passado histórico a uma cidade moderna como a de Barcelona. É aqui também que existem muitas, mas mesmo muitas lojas de recordações. Sendo que a minha amiga tinha mais de mil e uma recordações para comprar para a família, amigos, conhecidos e acho que alguns até deveriam ser desconhecidos, digamos que passámos uma grande, mas mesmo uma GRANDE parte do tempo (a meu ver demasiado tempo) a entrar nestas lojinhas, não só aqui no Bairro Gótico mas por qualquer sítio que passámos e onde havia estas lojas (ou seja por todos os pontos turísticos). Andámos um pouco por aqui, até que fomos dar às Las Ramblas. Esta é que é uma rua feita mesmo para turistas. Existem milhares de restaurantes (um tanto com a Rua Augusta em Lisboa) e pessoas a vender as mais variadas coisas, sim incluindo recordações. Não deixo de reconhecer que é uma zona vibrante, cheia de cor, de pessoas e que vale a pena vir conhecer.

20180501_141120Em seguida, já que aqui estávamos fomos ao tal bar “Bosc de les fades”. Para quem também quer vir aqui , a forma mais fácil de vos explicar onde é, é dizer-vos que fica mesmo ao lado do museu da cera (que apesar de não lá termos ido, fiquei com muita curiosidade de lá entrar). O museu tem algumas “pessoas” nas janelas do museu o que achei engraçado e para além disso fazem digressões à noite, o que me pareceu bastante interessante.

 

Passemos então ao tal bar. Vale mesmo a pena vir conhecer o espaço. É um bocado carote? É, tal como tudo em Barcelona. Mas eu acho que vale a pena vir aqui na mesma. Eu e a minha amiga já tínhamos ouvido falar deste invulgar bar na Internet e tínhamos posto como um dos sítios que queríamos definitivamente visitar. O que tem este sítio de especial? Este café por dentro é um bosque, mas um bosque encantado. Quando se entra o ambiente é um pouco misterioso, não há muita luz e representa mesmo uma floresta à noite. Havia mesmo sítios dentro do café onde estava tão escuro que não se via nada. Não falta dizer que também estava apinhado, mas por acaso conseguimos encontrar uma mesinha para nós. Tivemos sorte que enquanto aqui estivemos houve uma “trovoada” cheia de relâmpagos, o que foi muito giro. Pode-se dizer que este é mesmo um bar de conto de fadas.

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Depois de nos maravilharmos com este sítio, decidimos  passar ao restante plano para este atribulado dia. Seguimos para La Boquería, o mercado  que fica nas Ramblas. Convém dizer que estava fechado. Só para não ficarem com a ideia que já estava a correr tudo bem para os nossos lados. Assim, como ainda tínhamos tempo para matar onde nós nos fomos enfiar? AHAHAH, gosto da minha inocência na escolha de palavras! Então onde é que nós fomos??? Fomos ao Museu de L’Erótica  que ficava mesmo em frente ao mercado. Não vale mesmo a explicar muito o que se viu por lá, acho que o nome fala por si mesmo. Posso dizer que tenho como experiência, uma experiência bem estranha, de ver filmes porno de 1930’s ou 40’s (já nem tenho bem a certeza) com os meus amigos. Antes que pensem que sou estranha, vou passar a explicar. No museu estava a passar uns filmes porno feitos com um rei qualquer desta altura e estavam a mostrá-los. Acho que tivemos hum…não sei, talvez 10 minutos até nos apercebermos-nos bem do que se estava a passar. As coisas que acontecem em Barcelona!!

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O resto da tarde, depois desta estranha mas divertidíssima experiência, foi passada a passear ou melhor a vaguear entre Las Ramblas e o Bairro Gótico, pois tínhamos decidido ir comer paella num restaurante ali no Bairro Gótico. Afinal estávamos em Espanha e tínhamos que entrar um bocado no espírito tradicional do país. Depois de queimar umas boas duas horas muito deste tempo a entrar em lojas de recordações fomos jantar. Tínhamos visto as reviews de vários restaurantes da zona e o melhor avaliado era o Pitarra. Mas adivinhem o que aconteceu? Estava fechado! Pois, que raio de sorte a nossa naquele dia! Então fomos ao restaurante da frente: o Momo. Eles tinham um menu com tapas para entrada, paella como prato principal e sobremesa por um preço de 22 euros. Não nos pareceu muito mau e não queríamos passar pela mesma palhaçada do almoço. O restaurante era acolhedor e eu gostei da comida. Havia uns croquetes de fiambre que eu se pudesse tinha comido meia dúzia. E gostei da paella, mas também nunca tinha comido, era a primeira vez. Quem já tinha experimentado este prato disse que já tinha comido melhor, mas eu gostei. E já andei a ver depois no tripadvisor e o restaurante não esta nada mal avaliado, até pelo contrário. Por isso acho que se pensarem em lá ir não ficarão mal servidos. Peço desculpa mas as fotografias aqui não tem grande qualidade, mas em minha defesa a luz dentro do  restaurante também era um bocadinho para o reduzida.

Para verem o resto da nossa viagem cliquem nos links

Barcelona – 3º Dia (1ª Parte)

Barcelona – 3º Dia (2ª Parte)

Barcelona – 4º Dia

Barcelona – 2º Dia (1ª Parte)

Nós fizemos esta viagem no princípio de Maio e este segundo dia calhou no dia 1 de Maio, o dia do trabalhador e por isso como sabem era feriado. Nunca tínhamos pensado que isso tivesse impacto na nossa viagem, mas infelizmente teve. Já vos explico melhor.

Para hoje tínhamos planeado visitar:

  • La Pedrera ou casa Milà
  • Casa Batlló
  • Museu Egípcio
  • Museu de História da Catalunha
  • Praia Barceloneta
  • Museu do Chocolate

Comecemos então pelo pequeno-almoço. Como normalmente eu e o meu namorado pedimos sempre o pequeno-almoço incluído no quarto do hotel para já sairmos meio almoçados, visto que normalmente ninguém consegue escolher o que quer comer até ficarmos rabugentos e insuportáveis, hoje também decidimos tomar o pequeno-almoço no hotel. Tínhamos feito as contas ainda quando estávamos a marcar o hotel e ficava-nos mais barato pagar o pequeno-almoço todos os dias, em separado do que já incluído no preço do quarto. Eles até muitas opções diferentes mas todos nós achámos um bocadinho caro, mas o esperado para os preços em Barcelona. Mas não duvidem, já que tinha pago aproveitei para comer bem. Os meus amigos não foram assim como eu (ah a experiência conta muito), e  por isso ao princípio da tarde já havia rabugice por causa da fome. Mas isso foi muito mais tarde. Portanto voltando aonde estávamos.

Saímos então do hotel, apanhámos o metro e saímos na saída de Girona, que dali até à “La Pedrera” era um saltinho, e assim também conseguíamos passear um bocadinho por Barcelona. O que foi uma grande ideia, porque Barcelona é deveras uma cidade pitoresca. Chegámos ao Passeig de Gràciauma das maiores e mais movimentadas ruas de Barcelona e onde se encontram exemplos da arquitectura de Gaudí, a La Pedrera e a Casa Batlló.

dsc00051Quando chegámos à La Pedrera, o edifício falava por si só e vá de toda a gente tirar as suas máquinas fotográficas/telemóveis. A nossa ideia era entrar, acreditem que sim, mas depois de ver que o preço de entrada, 25 euros, pensámos duas vezes, até porque queríamos ver muita coisa e não queríamos estourar o dinheiro logo ali.

cimg9538 Ainda tirámos umas fotos à entrada e estivemos na loja de recordações, mas foi só isso. Ainda por cima estava a chover e ir ao telhado, uma das zonas que se deve visitar (por este preço acho que se deve ver tudo e mais alguma coisa, olhando para todos os pormenores), seria complicado, decidimos não entrar e depois voltar se houvesse tempo (parece-me que toda a viagem foi um pouco dentro desta dinâmica). Só para vos elucidar um bocadinho da história de “La Pedrera”: É um edifício com uma arquitectura magnífica, idealizado e concretizado por Antoni Gaudí, reconstruído de um edifício já ali existente entre 1906 e 1912 a pedido dos seus donos Pere Milà e Roser Segimon (e daí também ser chamada de Casa Milà). A ideia dos seus donos era que o nível inferior fosse a sua habitação e que os restantes andares arranjados de maneira a serem arrendados. Este processo foi complicado pois o próprio Gaudí mudou o projecto várias vezes durante a reconstrução deste edifício, tendo pelo caminho levantado problemas legais e financeiros com as suas mudanças e ideias controversas. Para terem uma ideia, só o volume do próprio edifício era ilegal. Mas apesar de todas as contrariedades, o edifício ali está: construído e acabado para poder ser apreciado.

CIMG9540Como não entrámos, começámos a descer a avenida até à segunda construção de Gaudí agendada para este dia, a Casa Batlló. O que posso dizer é que aqui ainda havia mais gente na fila para entrar. Mas o preço do bilhete rondava o mesmo  do da La Pedrera. Portanto se não tínhamos entrado numa, também não íamos entrar na outra. A casa Batlló é um edifício colorido com uma arquitectura exorbitante própria do arquitecto que lhe deu vida. Este edifício definitivamente demonstra que o arquitecto tinha uma forte ligação com a natureza. Também este edifício é resultado de uma reconstrução de um outro edifício que ali se encontrava anteriormente. O seu nome deve-se a família que ali vivia, a família Batlló, cujo dono não impôs limitações a Gaudí, pois ele mesmo queria um edifício único, que não se pudesse comparar a nenhum outro, mostrando audácia e ousadia. A Casa Batlló ficou pronta em 1906.

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Como também só andámos ali a tirar uma fotos, fomos descendo um pouco mais a avenida a apreciar a arquitectura dos edifícios daquela avenida. Perto da La Pedrera encontrava-se o Museu Egípcio e foi por aí mesmo que decidimos tentar a nossa sorte. E não é que tivemos mesmo sorte?! Estava aberto e íamos puder comer depois de pagar o bilhete de entrada (sarcástica?! Talvez não tanto como pensam). O museu não é muito grande e a sua entrada podia até passar despercebida, mas não sei se foi de ser este o primeiro sítio que entrámos depois de tantas tentativas falhadas, eu adorei este museu. Aqui retrata-se a excitante história do tempo dos faraós, contando com várias exibições, onde se inclui múmias (sim, verdadeiras!), amuletos, jóias e….sarcófagos!

A exposição temporária naquela altura e talvez a mais significativa/conhecida foi a “Tutankhamon, Història D’un Descubrimiento”, cuja exposição relata os acontecimentos da descoberta do túmulo de Tutankhamón. Afinal quem não conhece a maldição e os estranhos acontecimentos que se deram aquando desta maravilhosa descoberta?! (Se não conhecem é só fazer uma pesquisa rápida no google e ficam logo a saber).

Assim saímos do museu com outro espírito. Afinal sempre tínhamos conseguido visitar alguma coisa do que tínhamos organizado para este dia!

O seguinte era o Museu de História da Catalunha. Para virmos para aqui tivemos que apanhar o metro e como era mesmo ao pé da praia da Barceloneta, a ideia era darmos aqui uma voltinha depois de visitar o museu. Quando chegámos lá e para não nos esquecermos das dificuldades que tínhamos encontrado até agora o museu estava fechado porque era feriado. A moral voltou a ficar um bocado em baixo, mas também não havia nada que pudéssemos fazer. E assim nos dirigimos para a praia da Barceloneta.

dsc00061Esta zona da Barceloneta é bastante movimentada, onde se encontram vários restaurantes, a marina e um passadiço onde várias pessoas aquela hora (incluindo nós) passeavam. Sentámos-nos no muro ao pé da praia a decidir o que íamos fazer com o resto do dia, afinal ainda era só 1 da tarde. Como o museu de História da Catalunha estava fechado, decidimos ir ao museu do chocolate a seguir e depois ir ver uma parte do que tínhamos  planeado visitar no dia seguinte, o Bairro Gótico e as Las Ramblas. Assim no dia seguinte teríamos tempo de voltar aqui.

Para verem o resto da nossa viagem a Barcelona cliquem nos links em baixo

Barcelona – 2º Dia (2ª Parte)

Barcelona – 3º Dia (1ª Parte)

Barcelona – 3º Dia (2ª Parte)

Barcelona – 4º Dia

Frango e pimentos na frigideira

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Tempo de Preparação – 45 minutos
342 Kcal/ porção
4 porções

Ingredientes

– 200 Gr de arroz
– 1 Colher de sopa de azeite
– 300 Gr de peito frango cortado aos cubos
– 2 Pimentos vermelhos sem sementes cortados às fatias
– 1 Pimento verde sem sementes cortado às fatias
– 1 Pimento amarelo sem sementes cortado às fatias
– 1 Cebola grande fatiada
– 2 Colheres de sopa de molho de soja
– 4 Colheres de sopa de sumo de laranja
– Sal, alho em pó e paprika q.b.

Preparação

Num tacho, coza o arroz em água temperada de sal por cerca de 12 minutos. Entretanto tempere o frango com sal, alho em pó e paprika. Reserve. Numa frigideira anti aderente refogue a cebola no azeite por cerca de 3 minutos. Junte o frango e deixe cozinhar por mais 5 minutos, mexendo ocasionalmente. Adicione os pimentos, mexa, tape a frigideira e deixe cozinhar por cerca de 10 minutos a lume médio-baixo. Adicione então o molho de soja e o sumo de laranja. Mexa, deixe apurar por 3 minutos e retire do lume. Sirva o frango com os pimentos acompanhados do arroz.

Delicioso caril de vaca

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Tempo de Preparação – 140 minutos
384 Kcal/ porção
4 porções

Ingredientes

– 240 Gr de carne de vaca cortada em cubos
– 2 Cebolas médias picadas
– 1 Pimento amarelo sem sementes picado
– 2 Cenouradas fatiadas
– 2 Colheres de sopa de caril em pó
– 2 Latas de tomate picado
– 2 Colheres de sopa de chutney de manga
– 2 Colheres de polpa de tomate
– 200 Gr de arroz
– Sal, alho em pó e azeite q.b.

Preparação

Numa panela refogue a cebola num pouco de azeite durante 3 minutos. Adicione a carne previamente tempere de sal e deixe cozer durante 7 minutos, mexendo ocasionalmente, até esta começar a ganhar cor. Adicione o pimento, as cenouras e tempere com alho em pó. Misture e deixe cozer por mais 5 minutos, mexendo frequentemente durante este tempo.
Junte o caril em pó, os tomates picados, o chutney de manga, 300 mL de água e a polpa de tomate. Deixe cozer por 1 hora e 45 minutos, mexendo ocasionalmente. Se necessário, junte mais um pouco de água a meio tempo da cozedura.
Quando faltarem 15 minutos, coza o arroz em água temperada com sal.
Sirva o caril juntamente com o arroz.