Folhado de salsicha

Ingredientes

– 1 lata de salsichas alemãs
– 1 embalagem de massa folhada
– 2 cebolas médias
– 150 gr de queijo ralado
– 5 colheres de sopa de azeite
– 2 colheres de sopa bem cheias de mostarda
– 1 colher de sopa de salsa picada
– Pimenta branca q.b.
– Ovo batido para pincelar

Preparação
Escorra as salsichas e corte-as em rodelas. Descasque as cebolas e corte-as em meias luas finas. Leve ao lume um tacho com azeite e refogue as cebolas até ficarem transparentes. Tempere com pimenta, adicione a mostarda, a salsa picada e misture. Junte as salsichas e misture novamente. Retire do lume e deixe arrefecer um pouco. Ligue o forno a 200ºC. Desenrole a massa folhada e deixe ficar em cima do papel vegetal. Coloque em cima uma camada de queijo ralado por cima espalhe o preparado das salsichas e finalize com mais uma boa camada de queijo. Feche bem todas as pontas da massa folhada, apertando ligeiramente a massa para que fique bem colada. Pincele com ovo batido e leve ao forno durante 20 minutos ou até a massa estar bem douradinha. Retire do forno e sirva quente ou frio. Se preferir pode cortar aos quadrados.

Fofo de natas e pêssego

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Ingredientes

Para o bolo:
– 4 ovos
– 5 gemas
– 300 gr de açúcar
– 300 gr de farinha
– 3 colheres de sobremesa de farinha maisena
– 1 colher de sobremesa de fermento em pó
– Manteiga e farinha para untar a forma

Para o recheio e cobertura
– 5 dL de natas
– 60 gr de açucar
– 1 lata de pêssego em calda
– 1 saqueta de chantifix (fixador de chantilly)

Preparação
Misture os ovos com as gemas, a água morna e o açúcar e leve a banho-maria, batendo sempre com a vara de arames. Depois do açúcar ter derretido, retire do calor e bata a mistura com a batedeira eléctrica. Peneire por duas vezes a farinha misturada com a maisena e com o fermento em pó. Envolva-as delicadamente no preparado dos ovos. Unte a forma a forma com manteiga e polvilhe com a farinha. Verta o preparado e leve ao forno a 180ºC durante cerca de 40 minutos. Desenforme e deixe arrefecer por completo.
Faça o recheio. Bata as natas e quando começar a formar chantilly junte o açúcar misturado com o chantifix.
Corte o bolo e ensope as duas metades com o sumo da lata de pêssego. Cubra a parte de baixo do bolo com 1/3 do chantilly. Espalhe por cima 2/3 dos pêssegos cortados aos pedacinhos.
Monte o bolo e cubra com o restante chantilly a parte de cima e as laterais. Decore com os restantes pêssegos.

Semana 1

Esta é sempre a semana mais caótica para mim. É aquela semana em que começo a dizer: “Ah agora é que é” e quando vou no quarto dia já ando a chorar baba e ranho a perguntar porque não nasci como aquelas pessoas que comem tudo o que querem é cada vez ficam mais magras. A primeira semana para mim é sempre aquela em que cometo um pecado. E desta vez não foi diferente. Cheguei ao domingo e de 81,2 Kg tinha 80,1 Kg. E como é que eu celebrei a perda de 1 Kg? A comer que nem uma javarda num buffet de comida mundial. Tenho a dizer que me soube bem. Mas apesar de ter cometido este erro, não desisti. Continuei no dia seguinte a fazer a regra das 1400 Kcal por dia. Vocês se se portarem melhor do que eu, ainda vão conseguir melhores resultados.

Como disse no primeiro post, usei a aplicação “Lose Weight in 30 Days” para fazer os exercícios e, para verem o quanto estou decidida, acordo mais cedo de manhã para os fazer.

Então as receitas desta semana (como as receitas que faço nesta semana foram só para mim, 1 receita dá-me para 4 dias, por isso basicamente por semana só faço 2 receitas para o pequeno-almoço, 2 para o almoço e 2 para o jantar. Também adicionei uma peça de fruta para comer a meio da tarde com uma caneca de chá e ao pequeno-almoço uma caneca de café (e fiz-o porque não ia chegar as 1400 Kcal). Se quiserem ver as receitas originais ou outras receitas podem ir a aplicação “Easy meals” ou neste site https://www.nhs.uk/change4life-beta/recipes

Pequeno-Almoço

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Cogumelos com ovos mexidos

4 porções – 369 Kcal/Porção

Tempo: 20 minutos
Ingredientes:

– 2 Pimentos cortados em tiras, sem sementes

– 4 Cogumelos frescos inteiros de tamanho médio, com os talos separados dos chapéus

– 6 Ovos

– 4 Colheres de sopa de leite

– 2 Colheres de sopa de margarina

– 12 Tomates-cerejas cortados em metades

– 4 Tortilhas

– Pimenta, sal q.b.

Preparação:

Grelhe os pimentos e os chapéus dos cogumelos por 4-5 minutos, virando-os uma vez. Bata os ovos com o leite. Pique os talos dos cogumelos. Derreta a manteiga numa frigideira antiaderente e junte os talos dos cogumelos com a mistura de ovos batidos com o leite. Vá mexendo com uma colher de pau até fazer ovos mexidos. Quando quase cozinhados, junte os pimentos, os tomates-cereja e tempere com sal e pimenta a gosto. Deixe cozinhar por mais uns segundos.Entretanto, aqueça as tortilhas. Em 4 pratos reparta os ovos mexidos e coloque um chapéu de cogumelo em cada um deles. Sirva acompanhado com uma tortilha.

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Papas de aveia com iogurte e banana

4 porções – 270 Kcal/Porção

Tempo: 15 minutos

Ingredientes:

– 150 Gr de flocos de aveia

– 0.9 L de leite

– 8 Colheres de sopa de iogurte natural

– 4 Bananas

Preparação:

Coloque os flocos de aveia e o leite em um tacho e leve ao lume. Quando começar a ferver, baixe o lume e deixe cozinhar por 5 minutos mexendo regularmente. Reparta as papas de aveia por 4 tigelas e coloque por cima em cada tigela 2 colheres de iogurte natural e uma banana cortada em fatias.

Almoço

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Tortilhas de queijo e salsa mexicana

4 porções – 367 Kcal/Porção

Tempo: 20 minutos

 
Ingredientes:

– 2 Tomates muito bem picados

– 1 Cebola roxa pequena bem picada´

– ¼ Pepino bem picado

– 1 Gr de coentros frescos picados

– 1 Colher de sopa de azeite

– 4 tortilhas

– 60 Gr de queijo ralado

– 8 Fatias de fiambre magro

– Pimenta q.b.

Preparação:

Junte em uma tigela os tomates, a cebola, o pepino e os coentros. Misture e reserve. Em uma frigideira antiaderente coloque 2-3 gotas de azeite. Coloque uma tortilha e por cima coloque duas fatias de fiambre e um quarto da mistura de vegetais. Polvilhe com ¼ do queijo ralado e tempere com pimenta. Deixe cozinhar por 1-2 minutos, até o queijo começar a derreter. Dobre a tortilha, corte-a ao meio e sirva quente. Repita o processo com as restantes 3 tortilhas.

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Sopa mexicana de feijão e tomate

4 porções – 155 Kcal/Porção

Tempo: 35 minutos

Ingredientes:

– 2 Colheres de sopa de azeite

– 1 Dente de alho esmagado

– 1 Cebola fatiada

– ¼ Colher de sopa de picante em pó

– 1 Lata de tomates picados

– 850 mL de caldo vegetal ou de galinha

– 1 Colher de sopa de polpa de tomate

– 1 Lata de mistura de feijões

– 1 Lata de milho doce

– 1 Colher de sopa de coentros ou salsa

– Sal e pimenta q.b.

Preparação:

Aqueça o azeite em uma panela e gentilmente coza o alho e a cebola por 3 minutos, até esta última ficar macia. Adicione o picante em pó e os tomates e deixe ferver. Junte o caldo, a polpa de tomate, os feijões e o milho. Misture e deixe ferver com a panela destapada por 15-20 minutos. Passado este tempo de cozedura junte os coentros ou a salsa e tempere com sal e pimenta. Sirva quente e, se quiser, acompanhado com uma fatia de pão integral.

Jantar

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Cuscuz com frango grelhado

4 porções – 322 Kcal/Porção

Tempo: 20 minutos

Ingredientes:

– 200 Gr de cuscuz

– 450 mL de caldo de galinha ou de vegetais

– 250 Gr de peito de frango cortado aos cubos sem pele

– 100 Gr de milho doce

– 2 Tomates picados

– ¼ Pepino picado

– 1 Colher de sobremesa de sumo de limão

– Sal e pimenta q.b.

Preparação:

Tempere o frango de sal e pimenta e grelhe-o. Reserve. Entretanto, coloque os cuscuz numa tigela e junte o caldo a ferver. Cubra a tigela e deixe por 10-15 minutos. Passado este tempo, com a ajuda de um garfo solte os grãos. Adicione o frango, o milho, os tomates, o pepino e o sumo de limão. Tempere com pimenta e misture bem. Sirva quando estiver morno.

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Vegetais recheados no forno

4 porções – 284 Kcal/Porção

Tempo: 80 minutos

Ingredientes:

– 150 Gr de arroz

– 2 Colheres de sopa de azeite

– 1 Cebola grande picada

– 2 Dentes de alho fatiados finamente

– 1 Lata de cogumelos fatiados

– 1 Colher de sobremesa de orégãos secos

– 4 Tomates grandes cortados em metades e sem sementes

– 4 Pimentos cortados em metades e sem sementes

– 1 Courgette picada

– 40 Gr de queijo ralado

– Sal e pimenta q.b.

Preparação:

Ligue o forno a 190ºC. Coza o arroz temperado de sal e reserve-o. Entretanto, aqueça o azeite em uma frigideira antiaderente. Frite a cebola, o alho, os cogumelos e a courgette por 10 minutos, até os vegetais ficarem macios. Misture o arroz com os vegetais e adicione os orégãos e a pimenta. Num prato de ir ao forno coloque as metades dos pimentos e dos tomates com as concavidades viradas para cima. Recheie cada metade com a mistura do arroz e polvilhe com queijo ralado. Leve ao forno por 20-25 minutos, até os pimentos e os tomates estarem macios. Está pronto a servir.

*Se sobrar arroz, sirva-o juntamente com os pimentos e com os tomates.

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Dia 6: De Grábók to Reykjavík

Finalmente chegámos ao último dia da nossa grande aventura. Não vos vou falar do dia seguinte, porque ninguém quer saber de apanhar aviões para casa. Quem é que acha isso interessante?

Para hoje, o nosso destino final seria chegar a Reykjavík. Hoje a distância já não era muita e decidimos por isso, aproveitar para irmos a um tour a um tubo de lava, que ficava a meio caminho. A empresa pela qual tínhamos já marcado os bilhetes chama-se “The Cave” e a gruta/tubo de lava chama-se Víðgelmir.  Podem ver no site da empresa https://www.thecave.is/ que eles também fazem excursões a grutas dentro do glaciar (mas para muita pena minha não conseguimos incluir isto na nossa viagem). Tínhamos portanto a excursão marcada para as 13:00 horas e esperava-nos 1 hora e meia de caminho até à gruta. E assim tínhamos o resto da tarde para chegar a Reykjavík. Que mais aventuras malucas já estávamos nós fartos. Eu como sou um pouco claustrofóbica não estava exactamente entusiasmada por me enfiar no meio do chão, não era medo era vá, receio (mas não ia dar parte fraca! Disse que ia e fui mesmo! digo eu agora sentada no sofá na segurança da minha casa).

Fomos então lá na excursão que não foi tão má como eu esperava. O nosso guia era geólogo ou disse que era, e lá nos foi explicando o magma, a lava, o que acontece depois da câmara magmática ficar vazia e, por fim, mostrou-nos vários tipos de rochas magmáticas. Confesso que foi bastante interessante, por isso se passarem nesta zona, recomendo fazerem umas das tours.

Por fim, seguimos caminho para Reykjavík. Já agora uma foto de basicamente 98% dos seres vivos que se vê por lá.

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Para chegar à capital tem-se que se passar por um túnel que vai debaixo de água e é o único sítio do país onde se tem que pagar portagem. Como chegámos por volta das 17:00 perto de Reykjavík o que é que decidimos? Como vos disse nós ou somos muito parvos ou muito teimosos. Decidimos não ir já para Reyjavík mas para Golden Circle para vermos o que tínhamos perdido no segundo dia devido à tempestade de neve. Então depois de mais uma hora de caminho chegámos a Geysir. Aqui finalmente tivemos sorte. Vimos muito pessoal especado a olhar, a olhar. Estava tudo a espera do géiser e eu a ver que íamos lá estar meia hora a rapar frio à espera daquilo. Mas vá lá, mal parámos, o géiser emitiu aquele grande jacto de vapor. E, pronto assim, estava feito. Podíamos seguir viagem. (Na verdade estou a exagerar, o géiser emite de 8 em 8 minutos, por isso a espera não é grande)

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Como foi assim tão rápido no Geysir, decidimos ir a Gullfoss que é a cascata de água mais conhecida na Islândia (devido à proximidade com Reykjavík).

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Como já estava a ficar tarde e não queríamos conduzir de noite, até porque as estradas já estavam a ficar com gelo, não nos demorámos lá. Olhámos, tirámos uma fotos e vá de partir para Reykjavík. Fizemos o check-in no mesmo sítio da primeira noite, na Alba Guesthouse. Depois, famintos fomos à procura de comida, infelizmente o centro comercial (a nossa ideia inicial) já estava fechado. E já de mau humor e cansados fomos ao Domino’s. Só sei que pedimos 3 pizzas médias e pão com queijo. E era ver-nos a comer no carro que nem mendigos.

Ficámos com pena de não termos ficado a conhecer bem a capital. Mas para não perdermos a oportunidade de conhecer um pouco a noite em Reykjavík, acabámos por ir a um bar, Micro Bar, que era o sítio mais conhecido por ter uma maior variedade de cerveja. Bebemos uma cerveja (sinceramente já não me lembro de nome) e assim acabou a nossa grande viagem à Islândia.

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Espero que tenham oportunidade de fazer uma viagem semelhante, mas conselhos:

Muita roupa quente, aluguem um jeep em vez de um carro, tentem ver o máximo de vezes a Aurora boreal, se foram ao blue lagoon marquem para quando já ficar de noite (em águas termais a ver a Aurora Boreal deve ser uma experiência fantástica), instalem nos telemóveis as aplicações que vos falei no primeiro post sobre a nossa viagem à Islândia e divirtam-se!


A Foto da nossa viagem

Nós em Viõgelmir

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Dia 1 – De UK para Reykjavík

Dia 2 – De Reykjavík para Vík

Dia 3 – De Vík para Lake Mývatn

Dia 4 – Em Dimmuborgir

Dia 5 – De Lake Mývatn to Grábók

Islândia

Day 5 – De Lake Mývatn to Grábók

E assim chegámos ao penúltimo dia. Vá antepenúltimo, mas não se podia contar com o último, visto que tínhamos voo logo de manhã. Talvez para não irmos embora só com recordações de neve, tempestade e de quase nos termos tornado fanáticos religiosos com tanta reza a pedir para não nos espetarmos, o tempo neste dia até estava, vá não bom, mas menos mal. Fazia um frio que rachava, mas também com 3 casacos, 1 camisola interior e outra polar não podia me queixar de não tentar combater o frio. Pelo menos não nevava nem chuvia. Isto é exemplo de ser bom português, o português que quando parte parte uma perna diz que teria sido pior se tivesse partido as duas.

Como no dia anterior não tínhamos conseguido ir até à cratera do vulcão Víti, pensámos que estando hoje melhor o tempo era boa ideia experimentar se dava, o que é o mesmo que dizer que somos os dois teimosos como burros, mesmo que ficássemos atolados a meio do caminho, não podíamos no final dizer que não tínhamos tentado. Apesar de o tempo estar melhor a estrada tinha o que parecia metros de neve. O que significa que não podíamos passar de carro. Mas acham que desistir era opção? AHAHA, mas claro que não. Fomos a pé!! Sim, basicamente é um idiota a guiar outro idiota. Epá não é que a distância fosse enorme, mas para quem não está habituado a andar na neve nem com tanta roupa em cima isto não foram momentos maravilhosos. Especialmente com o meu namorado a meio do caminho a perguntar se eu não conseguia andar mais rápido. Naquele momento ponderei qual seria a forma mais rápida do o matar, mas para ser honesta estava cansada demais para pôr qualquer ideia de jeito em prática. Quando chegámos lá acima, AH, a tão espera recompensa, não se via nada.  O que havia muito era nevoeiro cerrado e a cratera cheia de neve, quase até ao cimo. Valeu a pena? Epá pelo menos ainda tirámos uma fotografia à placa que diz “Víti” para provar que lá estivemos.

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Depois desta maravilhosa experiência, seguimos viagem. Foram mais umas horitas a conduzir e o que foi difícil foi não tirar fotografias a tudo durante a viagem.

Chegámos a Grábók por volta das 18:30. Aproveitámos que ainda tínhamos mais uma hora de sol para subir à cratera do vulcão Grábók (que era mesmo ao lado do sítio onde íamos dormir). Para subir este vulcão existem mesmo escadas de madeira que facilitam a subida. E comparando esta subida com a de manhã, esta podia ser feita sem nunca pensares em mil e uma maneiras de matar o teu namorado.

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Um apanhado do hotel. Não vos tenho enchido com pormenores dos quartos onde temos dormido, porque cada um dorme onde quer. Mas acho que ninguém recomenda este. Não porque seja horrivelmente mau, mas meeehhh (se é que me entendem). O quarto tem uma prateleira mesmo em cima da cabeceira da cama, que é óptimo para quem gosta de dar umas cabeçadas sempre que se levanta. Ai quem não sonha com uma coisa destas? Depois a casa de banho, bem o interruptor era atrás da porta, o que é ser esperto, e depois quando se tomava banho todo o chão parecia as inundações das ruas de Lisboa depois de uma chuvita, porque não havia distinção entre o quadrado de chão que estava rodeado pelo cortinado (suponho que destinado a tomar banho) e o chão do resto da casa de banho. Não havia um rebordo ou algo para a água não ir livremente para o resto da casa da banho, vá como um poliban. O restaurante (não fizemos uso dele) mas era obviamente caro, por isso já tínhamos vindo prevenidos. Outra grande falha é que os quartos não apanham wi-fi, só no restaurante (conveniente não acham?). Mas tirando isso, valeu por ser mesmo ao lado do vulcão que era exactamente o que queríamos ver naquele dia. Ah, já agora o nome do sítio onde ficámos chama-se Grábók hotel and holiday homes para quem quer viver uma experiência semelhante.

Dia 6: De Grabók to Reykjavík

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Dia 3 – De Vík para Lake Mývatn

Dia 4 – Em Dimmuborgir

Dia 4 – Em Dimmuborgir

Esta foi a única vez, durante esta viagem, que passámos duas noites no mesmo sítio. O que na verdade foi um alívio. Pelo menos por um dia não nos tínhamos que nos preocupar se íamos chegar ao nosso destino ou não.

Primeiro fomos a Reykjahlíð, uma cidade que fica a 5 minutos do lago Mývatn onde abastecemos o carro e comprámos o pequeno-almoço/almoço. Tal como Vík, Reykjalió é uma cidade pequenina com meia dúzia de casas, um supermercado e pouco mais.

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Goðafoss

Depois partimos para a primeira cascata desta área, a Goðafoss, onde almoçámos (almoçar com paisagem e sem ter que pagar). Como o tempo começou a piorar viemos-nos embora mas ainda fomos ver Skútustaðir, que são crateras vulcânicas.

Em seguida, fomos a Hverfell, onde queríamos ter subido até ao cimo da cratera do vulcão, mas o tempo não nos permitiu (neste momento a neve e o vento eram muito fortes). Fomos então à gruta Grjótagjá (mais um sítio palco de filmagens do Game of Thrones). E seguimos para segunda cascata de água do dia a Dettifoss.

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Dettifoss

Por último queríamos ter ido ao vulcão Víti, mas como a estrada estava coberta de neve, não conseguimos chegar ao pé do vulcão e decidimos tentar no dia seguinte. Por isso, partimos para Hverir, onde se encontravam as fumarolas.

Para finalizar o dia, o jantar foi numa pizzaria em Vogar. Mas digo-vos, a comida não era espectacular, aquilo parecia pizza congelada que tinha sido frita e ainda por cima foi a pizza mais cara da minha vida. Paguei 90 euros!! SIM!!  90 Euros!! Como não tínhamos dinheiro suficiente para pagar a pizza, paguei com o cartão de crédito. Ai que dor!! Duas lições aprendidas: ter sempre dinheiro a mais e que depois de passar uma semana a comer só sandes, tudo começa a saber bem.

Dia 5: De Lake myvatn to Grabók

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Dia 6 – De Grábók to Reykjavík

Dia 3 – De Vík para Lake Mývatn

Como vos disse, chegámos ontem a noite já completamente escuro e nem nos tínhamos dado conta do que se encontrava a nossa volta. Acordar mesmo ao lado das montanhas, não há mau humor que aguente.

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Mas também não tivemos muito tempo para contemplações, pois este era o dia em que estava planeado fazermos mais quilómetros e, digo-vos que foi extenuante. Quando no início vos comecei a falar sobre a Islândia disse-vos para tirarem mais uns dias e fazerem mais paragens, era principalmente neste percurso que estava a falar. Pelo menos, fazerem este percurso em 2 dias em vez de só um.  Fizemos cerca de 600 quilómetros só neste dia, fomos do sul, passámos toda a costa este e depois um bocado do norte, para a zona interior. As estradas não são as melhores e acabámos por chegar por volta das 22h ao local onde íamos dormir e, estávamos de rastos. Mas não me vou apressar, vamos começar pela manhã.

Depois de um bom pequeno-almoço, fomos ver Dyrhólaey , uma encosta que foi palco das gravações de Game of Thrones (Guerra dos Tronos).

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Vík

Em direcção a Myrdalssandur que é um campo de lava, passámos por Vík, uma pequenina mas pitoresca cidade do sul.

Em seguida passámos por Kirkjugolf que é supostamente um chão de hexagonais, mas para além de não vermos nada por causa da neve, a estrada encontrava-se horrivelmente em mau estado e perdemos mais de meia hora só para sair dela. Seguimos então para Jokulsárión onde acabámos por  almoçar. Jokulsárión é um lago de gelo em que a água é de um azul muito profundo. Muito bonito mesmo.

E, com isto tudo eram 14h e meia e já estávamos atrasados de acordo com os nossos planos. Como digo foi extenuante, foram horas e horas de viagem, não digo que não é bonito por que é. As fotos que temos é algo digno de quadros, mas se tivéssemos parado a meio, teríamos dado mais atenção à paisagem do que propriamente às horas que passavam e aos quilómetros que ainda nos restavam fazer. Mas, sim a Islândia é um país de cortar a respiração.

Quando chegámos a DIMMUBORGIR GUESTHOUSE, no lago mývatn, estávamos estafados e com os nervos em franja pois na última parte da viagem a estrada estava cheia de gelo e o carro estava sempre a fugir, para além que estávamos com fome. Mas quando saímos do carro, ambos abrimos a boca, todo o céu se tingia de verde. Era mais uma vez, a Aurora Boreal a mostrar-nos o seu esplendor. E naquele momento, todas as preocupações simplesmente se desvaneceram.

Dia 4: Em Dimmuborgir

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Dia 2- De Reykjavík para Vík

Como já vos tinha dito, quando fomos alugar o carro tinham-nos avisado que no dia seguinte havia alerta de tempestade forte e aconselhavam a não conduzir. Ora cá, como não íamos conduzir se tínhamos tanta coisa para ver!! Como somos teimosos, enquanto tomávamos o pequeno-almoço decidimos tentar ir na mesma. Bem tentar, tentámos, mas a meio do caminho voltámos para trás. A neve e o vento era tão fortes que mal se via a estrada e depois de vermos 3 jeeps atolados na neve, decidimos que o melhor era mesmo voltar para trás e tentar mais tarde se o tempo melhorasse.Fomos então passar tempo num centro comercial o Kringlan onde almoçámos. Por volta das 14h sem sabermos o que fazer à vida, pois as estradas neste momento estavam cortadas, liguei para o número das estradas +354 522 1778/1777 que me disseram que as estradas seriam reabertas por volta as 16h. Como mais de meio dia já se tinha ido, em vez de irmos para o Golden Circle, fomos em direcção a Vík, onde tínhamos marcado a dormida dessa noite. A condição das estradas não estava maravilhosa, mas ainda chegámos com tempo de irmos ver uma cascata, a Seljalandsfoss.

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Este foi o ponto alto de um dia que começou a estragar-nos os planos. Quase rente a noite, seguimos então viagem para a STEIG GUESTHOUSE. Chegámos já de noite cerrada, mas a dona da Guesthouse ainda aceitou a dar-nos jantar.  Tenho-vos a dizer que uma sopa de cogumelos e pão com manteiga nunca nos souberam tão bem.


Dia 3: De Vík para Lake Myvatn

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Dia 1 – De UK para Reykjavík

Apanhámos o voo às 07:45 da manhã no aeroporto de Luton. Lá foi levantar cedo e apanhar o avião. Vá lá, por acaso desta vez o voo não estava atrasado, como acontece 99,9% das vezes.

Chegámos por volta das 11:30 a Reykjavík e a primeira prioridade foi o carrito. Como era a primeira vez que alugávamos um não tínhamos a certeza onde nos dirigir. Há muitas empresas disponíveis para alugar carros no aeroporto (por isso podem o fazer quando chegarem lá), mas nenhuma das agências que vimos era a nossa (sorte do desgraçado). Andámos lá um bocado perdidos, mas lá com perguntas e tal lá nos desenrascámos.  Afinal estava tudo escrito no mail que nos tinham mandado mas andar as aranhas num país desconhecido é mais engraçado. Lá ligámos para a empresa que nos veio buscar ao aeroporto. Depois da papelada tratada e termos pago um balúrdio por um GPS ranhoso, avisaram-nos que no dia seguinte estava anunciada uma tempestade violenta e que aconselhavam as pessoas a não conduzir. Claro, como qualquer boa pessoa, essas recomendações passaram-nos ao lado. NADA nos pára, NADA.  E começámos a nossa viagem.

A primeira paragem foi o local que alugámos para a passar a noite, a ALBA GUESTHOUSE. Chegámos às 14h mas como o check-in só começava a partir das 15h, o dono mandou-nos embora porque os quartos não estavam ainda arranjados (sim, o senhor era um amor).

Lá voltámos para o carro e  como tínhamos marcação no Blue Lagoon às 15h, decidimos então ir lá primeiro e depois voltar. O GPS como bom islândes que era só reconhecia as moradas em islândes e nós, como bom portugueses que somos, só tínhamos a moradas em inglês. Andámos perdidos a conduzir com o humor mais negro que a Amadora em noites de tempestade até que pedimos ajuda a um casal que foi mesmo muito simpático e disse-nos para os seguir, que quando fizessem sinal para irmos em frente e que depois veríamos as placas para o Blue Lagoon. Lá encontrámos as placas, que na língua islandesa chama-se “Bláa lónið”. E assim aprendemos que todos os dias à noite teríamos que preparar o GPS com as moradas para os vários sítios que íamos, para não nos perdemos.

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Ok, agora a parte boa. Chegámos ao Blue Lagoon e sim, garanto-vos que vale a pena. No meio de água quente, com as montanhas cobertas de neve à nossa volta é mesmo bonito. Não tirámos fotos aqui dentro porque fomos burros e não levámos a máquina, mas basta irem à página deles e ficam logo com vontade de também ir: www.facebook.com/BlueLagoonIceland/. Foi o suficiente para ficarmos de bom humor. Tivemos lá duas horas e meia, mas pode-se lá ficar o tempo que se quiser.

De muito melhor humor voltámos a Reykajavík, fizemos o check-in, comemos qualquer coisa e embarcámos num cruzeiro na empresa Elding, marcado para as 21 horas.

Aprendi uma coisa neste cruzeiro, aprendi que sei tremer. Estava mesmo muito frio, tanto que até batia os dentes mas valeu a pena:  vimos a aurora boreal 2 vezes. A primeira foi mal saímos do porto. Ah outra coisa que também aprendi, é que não é fácil que as fotos fiquem alguma coisa de jeito quando se fotografa a aurora boreal. Por isso, peço desculpa se as fotos não estavam jeitosinhas. O verde depois desvaneceu-se a meio do caminho e só quando já nos estávamos para vir embora é que voltou a aparecer, mas desta vez mais forte.

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Dia 2: De Reykjavik para Vík

Dia 3 – De Vík para Lake Mývatn

Dia 4 – Em Dimmuborgir

Dia 5 – De Lake Mývatn to Grábók

Dia 6 – De Grábók to Reykjavík

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Islândia

Islândia

Ora bem, a ideia de ir à Islândia começou quando o meu marido me disse que gostaria de um dia ir ver a aurora boreal. A partir daí foi a vez de começarmos a pesquisa de onde, como e quando. Digamos que a Islândia foi o país que se apresentou ser mais a medida das nossas economias (apesar de ser caro), por isso se ir à Islândia também vos agrada, aviso-os a levar um pé de meia, que morrer congelado no meio do nada não é o sonho de qualquer um.

Decidimos então ir no final de Fevereiro por uma semana (23 de fevereiro a 1 de março) e ir um pouco por todo o país, pois o que queríamos estavam espalhados de norte a sul de este a oeste. Claro que nós portugueses habituados ao quentinho de Portugal a viver em UK pensámos que conseguimos sobreviver facilmente a qualquer temperatura. Se conseguimos viver com chuva 365 dias por ano também conseguimos aguentar um pouco de neve. Aviso-vos que nunca vesti tantos pares de calças e casacos ao mesmo tempo, no final parecia um manequim a que algum miúdo se tinha divertido em meter camadas e camadas de roupa até que um simples levantar de braço poderia contar com exercício físico.

Então o primeiro passo foi alugar um carro. Alugámos o carro no greenmotion, mas não pensem que foi um carro qualquer. Não, como qualquer bebâdo que pensa que está sóbrio e sabe o que faz, alugámos um Mazda 2. Mas foi porque foi o mais baratinho, mas se fizerem algo semelhante aconselho-vos a um jeep. Estou aqui a poupar-vos uns quantos ataques de coração e rezas ao senhor. Que as estradas lá, cheias de gelo e neve não são as mais recomendáveis a corações fracos. Então, assim planeámos a nossa viagem, de 6 dias 2500 Km (recomendo-vos se fizerem o mesmo, a ficarem lá mais uns 2-3 dias e a fazerem mais paragens). Este era o nosso percurso, calculado ao minuto.

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Mais dois conselhos: Como na Islândia, as cidades são muito longe umas das outras, instalámos algumas aplicações, uma foi a app 112 Iceland para emergências e outra que nos foi mesmo muito útil Iceland Offline Map. Como nos apercebemos quando chegámos à Islândia é que há estradas em que nem todos os tipos de carros podem circular (chamadas as F roads),  e neste mapa consegue-se ver quais as estradas que podíamos e não podíamos conduzir. Outra coisa que é preciso ter em conta quando se conduz na Islândia e sempre encher o depósito do carro quando se vê uma bomba de gasolina. As cidades são afastadas umas das outras por muitos kms e não vale a pena estragar a viagem por causa deste pormenor.

No final, este foi aproximadamente o nosso percurso:

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Para seguir a viagem:

Dia 1 – De UK para Reykjavík

Dia 2 – De Reykjavík para Vík

Dia 3 – De Vík para Lake Mývatn

Dia 4 – Em Dimmuborgir

Dia 5 – De Lake Mývatn to Grábók

Dia 6 – De Grábók to Reykjavík