Dia 1 – De UK para Reykjavík

Apanhámos o voo às 07:45 da manhã no aeroporto de Luton. Lá foi levantar cedo e apanhar o avião. Vá lá, por acaso desta vez o voo não estava atrasado, como acontece 99,9% das vezes.

Chegámos por volta das 11:30 a Reykjavík e a primeira prioridade foi o carrito. Como era a primeira vez que alugávamos um não tínhamos a certeza onde nos dirigir. Há muitas empresas disponíveis para alugar carros no aeroporto (por isso podem o fazer quando chegarem lá), mas nenhuma das agências que vimos era a nossa (sorte do desgraçado). Andámos lá um bocado perdidos, mas lá com perguntas e tal lá nos desenrascámos.  Afinal estava tudo escrito no mail que nos tinham mandado mas andar as aranhas num país desconhecido é mais engraçado. Lá ligámos para a empresa que nos veio buscar ao aeroporto. Depois da papelada tratada e termos pago um balúrdio por um GPS ranhoso, avisaram-nos que no dia seguinte estava anunciada uma tempestade violenta e que aconselhavam as pessoas a não conduzir. Claro, como qualquer boa pessoa, essas recomendações passaram-nos ao lado. NADA nos pára, NADA.  E começámos a nossa viagem.

A primeira paragem foi o local que alugámos para a passar a noite, a ALBA GUESTHOUSE. Chegámos às 14h mas como o check-in só começava a partir das 15h, o dono mandou-nos embora porque os quartos não estavam ainda arranjados (sim, o senhor era um amor).

Lá voltámos para o carro e  como tínhamos marcação no Blue Lagoon às 15h, decidimos então ir lá primeiro e depois voltar. O GPS como bom islândes que era só reconhecia as moradas em islândes e nós, como bom portugueses que somos, só tínhamos a moradas em inglês. Andámos perdidos a conduzir com o humor mais negro que a Amadora em noites de tempestade até que pedimos ajuda a um casal que foi mesmo muito simpático e disse-nos para os seguir, que quando fizessem sinal para irmos em frente e que depois veríamos as placas para o Blue Lagoon. Lá encontrámos as placas, que na língua islandesa chama-se “Bláa lónið”. E assim aprendemos que todos os dias à noite teríamos que preparar o GPS com as moradas para os vários sítios que íamos, para não nos perdemos.

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Ok, agora a parte boa. Chegámos ao Blue Lagoon e sim, garanto-vos que vale a pena. No meio de água quente, com as montanhas cobertas de neve à nossa volta é mesmo bonito. Não tirámos fotos aqui dentro porque fomos burros e não levámos a máquina, mas basta irem à página deles e ficam logo com vontade de também ir: www.facebook.com/BlueLagoonIceland/. Foi o suficiente para ficarmos de bom humor. Tivemos lá duas horas e meia, mas pode-se lá ficar o tempo que se quiser.

De muito melhor humor voltámos a Reykajavík, fizemos o check-in, comemos qualquer coisa e embarcámos num cruzeiro na empresa Elding, marcado para as 21 horas.

Aprendi uma coisa neste cruzeiro, aprendi que sei tremer. Estava mesmo muito frio, tanto que até batia os dentes mas valeu a pena:  vimos a aurora boreal 2 vezes. A primeira foi mal saímos do porto. Ah outra coisa que também aprendi, é que não é fácil que as fotos fiquem alguma coisa de jeito quando se fotografa a aurora boreal. Por isso, peço desculpa se as fotos não estavam jeitosinhas. O verde depois desvaneceu-se a meio do caminho e só quando já nos estávamos para vir embora é que voltou a aparecer, mas desta vez mais forte.

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Dia 2: De Reykjavik para Vík

Dia 3 – De Vík para Lake Mývatn

Dia 4 – Em Dimmuborgir

Dia 5 – De Lake Mývatn to Grábók

Dia 6 – De Grábók to Reykjavík

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Islândia

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