A oportunidade de conhecer Roma

Índice desta página

  1. O que ter em consideração antes da viagem?
    1. Vestuário, calçado e regras nas igrejas de Roma
  2. Rome tourist card
    1. As escolhas para o nosso Rome Tourist Card
    2. Bilhetes para visitar a basílica de São Pedro
    3. Agora, vale a pena comprar o Roma Tourist Card?
  3. Onde fiquei alojada em Roma?
    1. Hotel Quirinale
      1. Pequeno almoço
      2. Buffett de almoço e jantar
      3. Quartos
  4. Aquarius Inn
    1. Quarto
    2. Pequeno-almoço
  5. Do aeroporto para a cidade
  6. Próximo post

Roma, Roma, Roma

Tenha-se ou não visitado esta cidade a verdade é que todos nós já ouvimos o nome ‘Roma’, tanto mais porque ela faz parte de alguns ditados portugueses como por exemplo ‘todos os caminhos vão dar a Roma’ ou ‘Roma e Pavia não se fizeram num dia’. E afinal quem nunca ouviu falar dos romanos, um povo ao qual até muitas vezes são atribuídas descobertas arqueológicas de outros povos.

Coliseu de Roma, um marco histórico da cidade

Hoje Roma é a capital de Itália onde também se encontra outro país, país esse independente de Itália, o Vaticano. Motivos históricos, culturais, religiosos ou de lazer trazem milhões de turistas a Roma todos os anos. E por isso vir a Roma é esperar encontrar multidões pelas ruas e pela minha experiência isto acentua-se ao fim-de-semana depois do meio-dia. Apesar de Roma não ter sido parte dos meus planos de viagens para 2026, a oportunidade de visitar a cidade acabou por aparecer inesperadamente. Pois esta viagem foi um pouco diferente do usual já que a oportunidade surgiu quando numa reunião de trabalho me disseram que ia a uma conferência em Roma apresentar resultados de um trabalho de pesquisa. E assim foi. Estive em Roma de terça a segunda, sendo que de quarta até ao meio-dia de sexta foi em trabalho. E por isso durante estes dias apenas conheci a cidade depois das 6 da tarde quando a conferência e os eventos sociais acabavam.

Mas ainda bem que assim foi, porque a minha primeira sensação quando comecei a visitar Roma foi de assoberbamento. A melhor palavra para explicar é em inglês ‘I felt overwhelmed’, e isto porque a cidade atira-nos muita informação ao mesmo tempo. Há tanto, mas tanto, para ver; lembro-me de estar numa rotunda e de ver três igrejas para visitar só naquele círculo, ou de andar pela cidade e ver de repente um pequeno conjunto de colunas em ruínas. Sem dúvida nenhuma que Roma é o sinónimo de ‘museu aberto’, é constante as coisas que há para visitar seja uma igreja para entrar, ou edifícios para admirar. Por isso ainda bem que tive aqueles primeiros 3 dias para me ambientar à cidade, sem expectactivas, sem itinerários e sem horários.

Roma, o verdadeiro significado de um museu ao ar livre

E é assim que esta viagem vai ser dividida, o que visitei em Roma durante a conferência, a maior parte já depois do sol se pôr, e depois o que visitei quando a conferência acabou, de sexta-feira à tarde até segunda-feira à noite. Claro que acabou por haver algumas coisas que fui ver duas vezes, primeiro sozinha e depois com o meu marido, mas isto também me deu a oportunidade de conhecer o local em situações diferentes. Por exemplo, a fonte Trevi, a fonte mais conhecida de Roma, visitei-a pelo menos 3 vezes, duas à noite e uma durante o dia. E recomendo a virem visitá-la depois das 10 da noite, pois nessa altura já não pagam para chegar ao patamar inferior e têm muito menos gente. E para dizer a verdade houve vários locais dos quais preferi a sua versão à noite do que de dia. Mas vou dando a conhecer a minha preferência à medida que vou falando dos vários locais que visitei.

Mas primeiro vou falar de algumas das considerações a ter quando se vem a Roma e dos preparativos que organizei antes de viajar para além dos locais onde fiquei instalada.  

O que ter em consideração antes da viagem?

Como disse acima Roma é uma das cidades mais turísticas do mundo e por isso uma viagem a esta cidade requer alguma preparação atempada. Especialmente a compra dos bilhetes para visitar os diversos locais como o coliseu, a basílica de San Pietro e os museus do Vaticano (onde se encontra a famosa capela sistina). Por exemplo nós comprámos os bilhetes com mês e meio de antecedência e atenção que a viagem era para meio de março e mesmo assim já só havia dois bilhetes para visitar os museus do vaticano naquela manhã de sábado.

Vestuário, calçado e regras nas igrejas de Roma

Para visitar Roma vai ser obrigatório andar, e andar bastante e andar entre várias multidões, por isso em relação ao calçado, esqueçam a ideia de sapatos altos ou chinelos de enfiar no dedo. O que vão querer mesmo são uns ténis ou no mínimo uns sapatos sem salto que sabem que não vos vai fazer bolhas nos pés. Nada estraga mais uma viagem do que calçado ou roupa inapropriada. Por isso em Roma calçado confortável é obrigatório.

Agora em relação à roupa – a minha viagem foi em meio de março, na semana a entrar na Primavera. Apesar de durante a noite ter usado um casaco comprido de inverno durante o dia estava calor. Por isso nada de roupa muito quente, talvez camisolas de manga comprida de meia estação, ou então de manga curta, com um cardigã à mão se for preciso. Mas não mais que isso, eu na sexta-feira a meio da tarde andava de vestido de cavas sem casaco. Claro que se visitarem a cidade no inverno ou no outono aconselho sempre a darem uma espreita num site de meteorologia só para saberem se vai chover. Agora se vierem no Verão, mentalizem-se que vai estar muito calor. Por exemplo, estou a escrever este texto no dia 21 de junho e são esperadas temperaturas entre os 35ºC e os 37ºC para toda a semana.

No entanto, têm de ter em atenção que na maioria das igrejas em Roma há um código de vestuário (ou de vestimenta) sendo proibido entrar-se com calções ou mini-saias/vestidos acima do joelho. Há mesmo locais onde não é permitido mostrar a barriga ou mostrar os ombros, sendo este último requerimento resolvido se tiverem um lenço que possam pôr à volta dos ombros quando entrarem na igreja. Também evitem chinelos de enfiar no dedo, pois a probabilidade de não vos deixarem entrar especialmente nas igrejas mais proeminentes de Roma é alta. Para não perderem a oportunidade de entrar nas igrejas em Roma, que são mesmo de uma beleza surreal, lembrem-se destes pormenores. Afinal as igrejas de Roma pertencem ao Vaticano, o centro da religião católica, uma religião bastante conservadora.

Rome tourist card

Quando comecei à procura do que queria visitar em Roma sendo que o coliseu, os museus do Vaticano e a basílica de San Pietro eram aqueles que eu definitivamente não queria perder, rapidamente apercebi-me que para quase todos estes locais era preciso pagar entrada. O único local que não requeria entrada paga, a menos que quisesse subir à torre era a Basílica de San Pietro. Mas mesmo assim acabámos por pagar 7 euros para puder reservar o dia e a hora e evitar uma demorada espera para entrar. Um pouco mais à frente na pesquisa adicionei o panteão e um talvez para o castelo de Sant’Angelo.

Foi nesta altura que comecei a ver de cartões de turismo que incluíssem vários destes locais e calcular a entrada para cada um deles e comparar se valia ou não a pena adquirir um dos cartões. Há várias opções disponíveis, algumas incluem transporte público ou o autocarro turístico hop on hop off. As várias opções estão explicadas neste website: Rome City Pass & Rome Tourist Cards.

As escolhas para o nosso Rome Tourist Card

Como nós não estávamos interessados em transporte público ou no tal autocarro turístico, a opção que fazia mais sentido era o Rome Tourist Card. Com este pass teríamos então:

  • Bilhete de entrada para o Coliseu
  • Bilhete de entrada para o Fórum Romano e o Monte Palatino
  • Bilhete de entrada para os Museus do Vaticano e Capela Sistina
  • E bilhete de entrada para um destes locais: 
    Panteão, Castelo de Santo Ângelo ou Basílica de São Pedro

Dos três locais que se tinha de escolher, escolhemos o Panteão uma vez que era um dos locais que queríamos visitar e a entrada para a basílica só valia a pena se fôssemos à cúpula.

Bilhetes para visitar a basílica de San Pietro

Nós adoramos quando o bilhete de entrada é gratuito, mas como lemos que para entrar na basílica sem qualquer reserva a espera podia ser de horas, comprámos os bilhetes no website oficial que ficaram a 7 euros a cada um com dia e hora marcados (se não marcarem os bilhetes online e os quiserem adquirir à entrada, os bilhetes são gratuitos, mas mais uma vez é preciso contar com a possibilidade de uma longa espera). Apesar de não haver a possibilidade de fugir às filas por completo, com os bilhetes online a fila de entrada é bastante mais pequena e rápida. Mas mesmo assim ainda estivemos quase uma hora à espera até entrarmos finalmente na basílica. Talvez seja também importante mencionar que com a compra destes bilhetes online tivemos acesso a um guia áudio. Quanto ir ao topo da cúpula – não penso que valha a pena já que há outros locais em Roma que oferecem uma vista magnífica da cidade como a Villa Borghese ou o Giardino degli Aranci (jardim das laranjas) sem ter de pagar nada por isso.

Entrada para a basílica de San Pietro

Eu como estava à espera de encontrar no website da basílica a opção de reservar os bilhetes sem ter de pagar nada, já que a entrada era gratuita, estive um pouco confusa até me aperceber que não dava. Apenas dá para reservar dia e hora da visita se se pagar os 7 euros o que fizemos através desta página: Basilica di San Pietro bilhetes

Agora, vale a pena comprar o Roma Tourist Card?

Antes de comprar o Roma Tourist Card fiz as contas do quanto gastaríamos neste cartão, 84.50 euros a cada um, comparado com o que gastaríamos se comprássemos os bilhetes individualmente que afinal no total ficaria a 137 euros. Por isso, valia a pena, e comprámos o Roma Tourist Card. Com a compra destes bilhetes tivemos de marcar os dias para a visita aos museus e ao coliseu, e ficou então assim: no sábado de manhã visitaríamos os museus do Vaticano uma vez que estes não se encontram abertos ao Domingo, e o coliseu no Domingo de manhã que soubemos no dia era o dia da maratona em Roma.

Outros lugares que ainda pensámos em visitar e que teria entrada paga, mas depois acabámos por não ter tempo para o fazer foi o castelo Sant’Angelo cujo bilhete custa 20 euros e a Galleria Colona que custa 25 euros. Esta última não tivemos oportunidade de ver uma vez que só está aberto ao público sexta e sábado de manhã, e se na sexta estava na conferência em trabalho, no sábado tínhamos a visita aos museus do Vaticano.

Se preferirem visitar o castelo Sant’Angelo ou se tiverem a certeza de que vão visitar o castelo e o panteão aconselho a escolherem o castelo em vez do panteão no Rome Tourist Card, uma vez que a entrada para o castelo custa 16 euros e para o panteão 5 euros. Compram o bilhete para o panteão à parte (por exemplo no GetYourGuide: Roma: Ingresso de Entrada no Panteão e Audioguia Oficial) e assim ficar-vos-á mais em conta.

Como o coliseu e os museus do Vaticano (tal como a basílica) são os locais mais populares para visitar em Roma, aconselho a marcarem as vossas visitas para o mais cedo possível já que as multidões vão crescendo à medida que as horas passam. Nós marcámos os bilhetes para os museus do Vaticano e para o coliseu o mais cedo que conseguimos – os museus do Vaticano ficaram marcados para as 9:30 da manhã de Sábado e o coliseu para as 08:45 da manhã de Domingo.

Onde fiquei alojada em Roma?

Como esta viagem teve duas partes, uma em trabalho e outra em lazer, fiquei alojada em dois lugares diferentes – o primeiro local foi marcado pela conferência e o segundo por nós. Apesar de ser de caras qual deles foi marcado por nós, não se enganem pelas aparências que tive menos problemas com aquele que foi escolhido por nós. Mas já passo a explicar.

Hotel Quirinale

O hotel Quirinale, hotel de 4 estrelas, foi onde fiquei nas primeiras três noites, de terça a quinta. A localização do hotel era perfeita, a 10 minutos da estação de comboio, a 20 do coliseu e a 15 da fonte Trevi. A fachada do edifício pode até não parecer nada de especial, mas tudo muda quando se entra dentro do hotel. Este hotel com mais de 150 anos, inaugurado em 1874, está decorado com mobiliário de estilo imperial e mantém a elegância desde a sua inauguração.

As estátuas, a escadaria e os quartos mostram o quanto este hotel mantém a tradição italiana com o esplendor característico da segunda metade do século XIX. Este hotel encontra-se no local onde antes ficava o palácio Quirinale, que funcionava como residência de verão para o papa Gregório XIII tendo mais tarde se tornado a residência oficial do Presidente da República. Como a conferência foi também neste hotel tive a oportunidade de visitar não só os quartos e a sala de pequeno-almoço, mas também as salas de reuniões.

Pequeno-almoço

O pequeno-almoço era na sala ao pé dos jardins, por isso a manhã começava logo de forma especial. Em termos de comida, não achei que houvesse uma variedade enorme, apesar de para mim ter sido mais do que suficiente.

Pequeno-almoço no hotel Quirinale

Aliás no primeiro dia tive a oportunidade de comprovar que os croissants e as miniaturas doces eram deliciosas, mas estando em trabalho não quis exagerar e por isso foi a granola com fruta fresca que ganharam destaque nas duas manhãs em que tomei o pequeno-almoço neste hotel.

Buffet de almoço e jantar

Como durante a conferência as refeições foram proporcionadas pelo restaurante do hotel Quirinale, tive a oportunidade de comer vários pratos que foram oferecidos em formato de buffet. Sendo um hotel italiano com um menu italiano as opções em cada refeição incluíam sempre um prato de massa, sandes com variados queijos e fatias/quadrados de pizza como podem ver nas fotografias abaixo.

As minhas preferências foram para o queijo fresco, o rolo de mozarela e espinafres e a salada mediterrânea com croûtons. Mas quem ganhou o prémio foi uma das sobremesas, uma tarte de pistacho que foi talvez o melhor de todos os pratos que comi durante esta viagem (fotografia acima à direita).

Quartos

Neste hotel acabei por ficar em dois quartos diferentes. E ambos tinham os seus pontos fortes e fracos. O primeiro quarto onde fiquei as duas primeiras noites foi o melhor, a decoração era lindíssima, com um espaço enorme, um closet e uma casa-de-banho completamente renovada. Um quarto que para mim passava as expectativas que tinha para um hotel de 4 estrelas em Roma. Era um quarto apropriado à vibe ‘la vita è bella‘.

Então porque é que mudei de quarto? Barulho, imenso barulho. Este quarto ficava voltado para a estrada principal, a Via Nazionale, e mesmo do outro lado da estrada ficava este restaurante, o Miami pub. O que acontecia então? A partir das 10 da noite até às 2 da manhã havia música ao vivo que atravessava as paredes daquele quarto, e ia mesmo em direcção aos meus ouvidos. Quando finalmente a música parava começava o trânsito incluindo autocarros e os carros do lixo. Por isso, depois de passar duas noites quase sem pregar olho e com uma apresentação para fazer no último dia da conferência pedi para mudar para um quarto que ficasse numa zona mais sossegada.

E assim foi, na última noite não se ouvia nada de nada. O lado negativo? Não só o quarto era mais pequeno como a casa de banho mostrava a idade do hotel. Apesar de limpa, a torneira do lavatório não fechava como deve ser e a banheira tinha um aspecto bastante usado. Pior ainda era que a possibilidade de a sanita ficar entupida era bastante grande. Confesso que ao chegar a este quarto fiquei um pouco desiludida, mas pelo menos naquela noite o barulho não foi um problema. E mesmo a decoração deste quarto continuava a mostrar a elegância do hotel.

Apesar do barulho e de ter que mudar de quarto, recomendo a considerarem este hotel se quiserem ficar perto do centro da cidade num hotel histórico, com uma decoração maravilhosa, ou mesmo vir almoçar ao restaurante do hotel, já que a minha experiência a esse nível foi bastante positiva. Para mais informações sobre este hotel vejam: Hotel Quirinale Roma

Aquarius Inn

Depois da conferência terminada estava na hora de fazer o check-in no local onde tínhamos feito a reserva, a guesthouse Aquarius Inn. Este local fica um pouco mais longe do centro da cidade do que o hotel Quirinale, talvez uns mais 10 minutos a andar, mas bastante perto da estação de comboios. Claro que os preços para hotéis, guesthouses e apartamentos em Roma podem se tornar muito elevados, especialmente se forem como nós e não fizerem a reserva com muita antecedência. Mas isto também se deveu ao facto de não ter sabido sobre a conferência com muita antecedência.

O Aquarius Inn ficou-nos a 364 euros por 3 noites (mais 15 euros de city tax por pessoa) e quando fizemos a reserva decidimos pagar um pouco mais para ter o pequeno-almoço incluído. Quanto a esta escolha fico um pouco dividida, mas mais abaixo falarei do pequeno-almoço e julgarão vocês se vale a pena ou não pagar mais pelo pequeno-almoço. Por outro lado, quando fiz o check-in conheci a dona, Rossana e ela foi super querida, deu-nos imensas dicas como viajar na cidade e de locais onde ir. Também deu recomendações onde comer ali na zona, até nos deu uns vouchers para um restaurante que ficava na mesma rua do apartamento que nos daria uma sobremesa grátis. E todos os dias quando chegávamos ao quarto tínhamos umas fatias de bolo ou biscoitos que ela mesma fazia.

Quarto

Não tenho qualquer queixa do nosso quarto, sim podia não ter a luxuosidade do hotel Quirinale, mas era sossegado, cómodo e espaçoso. A única coisa a ter em atenção quando se marca este lugar é que apenas um dos quartos tem casa de banho dentro do quarto. Nos outros quartos, a casa de banho também é privativa, mas fica fora do quarto.

O nosso quarto no Aquarius Inn

O nosso quarto também tinha uma pequeníssima varanda (ver fotografia mais acima), mas nunca chegámos a dar muito uso a ela. Concluindo, o Aquarius Inn é um lugar que recomendo para uma opção mais económica e com uma anfitriã super prestável.

Pequeno-almoço

O problema que temos por vezes com os pequenos-almoços é que às vezes escolhemos a acomodação por ter pequeno-almoço incluído, por ser mais cómodo, e na maioria das vezes é a escolha certa. No entanto em países como Espanha, Itália e mesmo Portugal, fica mais barato ir tomar o pequeno-almoço ao café da esquina do que pagar mais pelo pequeno-almoço no local onde ficámos alojados. E em Roma foi isso que sucedeu. Não que o pequeno-almoço fosse mau, era apenas bastante simples. Tínhamos todas as manhãs para cada um: um pacote de tostas outro de bolachas, um croissant (não fresco, daqueles tipo bollycao) e duas fatia de pão. Também havia cereais, leite e iogurtes. E claro café, cuja cafeteira tradicional aprendi a usar com a Rossana.

Pequeno-almoço no Aquarius Inn

Por isso como podem ver nem a variedade era muita, nem a quantidade dava para escapar o almoço, o que normalmente é a nossa intenção ao ter o pequeno-almoço incluído. Por isso digo que não achei que valesse a pena pagar mais pelo pequeno-almoço que tivemos aqui.

No entanto, considero o Aquaris Inn uma boa opção como alojamento e deixo aqui a página do booking.com para lerem mais sobre esta guesthouse e fazerem marcações: Aquarius Inn (booking.com)

Do aeroporto para a cidade

Há dois aeroportos em Roma, o aeroporto internacional Leonardo da Vinci – Fiumicino, que foi para onde eu voei de Londres, e o aeroporto de Ciampino. A escolha para qual aeroporto se vai, normalmente é ditado pela cidade da qual se parte. Por exemplo, eu não tive outra escolha sem ser voar para Fiumicino, enquanto a minha colega que também veio à conferência não teve outra opção que voar para Ciampino a partir de Manchester. Mas de ambos os aeroportos chegar à cidade é bastante fácil.

Bilhete de ida e volta do aeroporto Fiumicino para a estação Roma Termini (autocarro Terravision)

De Fiumicino há duas opções para chegar a Roma, ambas económicas e confortáveis. Pode-se apanhar o comboio que demora cerca de meia hora e o bilhete tem um custo de 14 euros através da companhia Trenitália. Há comboios a sair a cada 15 minutos do aeroporto.

No entanto, eu escolhi o autocarro Terravision que sai do aeroporto a cada 20 minutos e que tal como o comboio vai ter à estação de Roma Termini. Comprei o bilhete de ida e volta no guichet à frente da paragem de autocarro que ficou desta forma a 15 euros. A viagem de autocarro demora normalmente 1 hora. Eu normalmente escolho o autocarro porque assim aproveito para começar a conhecer a cidade antes de chegar ao destino, mas percebo que para quem não queira perder tempo o comboio seja a melhor opção.

Durante a viagem de autocarro do aeroporto Fiumicino para Roma

Próximo post

Nas próximas semanas vamos falar de como foi conhecer a cidade de Roma, as várias igrejas onde entrámos, os vários locais por onde passámos e claro a comida que pudemos experimentar.

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