A – Parar no café “A la morte subite” para bebida e petiscos
B – Visitar a Catedral de Saints-Michel-et-Gudule
C- Visitar Les Musées Royaux des Beaux-Arts de Belgique(os museus reais de Belas-Artes da Bélgica) que incluem o museu de Arte Antiga de Bruxelas, o museu de Arte Moderna de Bruxelas, o museu Constantin Meunier, o museu Antoine Wiertz, o museu Magritte e o museu Fin-de-Siècle
D- Visitar a Igreja Notre-Dame Du Sablon
E – Jantar no Restaurante Amadeo
F – Para no Cafe Bebo para bebidas e petiscos
G – Voltar ao Hotel (a nossa recomendação o hotel Beford Hotel & Congress Centre)
B – Praça central “Markt“ onde se encontra oBelfort van Brugge (campanário), o Provinciaal Hofe o Historium Brugge. Também é aqui que começam as tours gratuitas “Legends of Bruges Walking Tour“.
B – Zona com vários restaurantes para almoço e snacks (por exemplo Friterie 1900)
C– Praça Burg onde se encontra Stadhuis (Câmera Municipal), e a Basiliek van het Heilig Bloed (Basílica)
D-Groeningemuseum(museu)
E-Arentshuis (museu)
F – Ponte Bonifácio
G – Onze Lieve Vrouw Brugge (Igreja de Nossa Senhora)
Últimas horas em Dublin. O mau tempo recomeçara ou seja chuva, chuva, chuva! Começámos por descer a O’Connell Street como o fizemos tantas vezes durante esta viagem. Parámos ao pé do grande Spire of Dublin com a estátua de James Joyce mesmo ao lado. James Joyce foi um escritor, poeta, professor, romancista e crítico literário Irlandês. Considerado um dos mais influentes e importantes autores do século XX teve um grande impacto para a vanguarda modernista. O Spire para quem não leu o meu primeiro post sobre Dublin é uma torre de aço em forma de agulha que mede 120 metros.
Languidamente passámos pela ponte O’Connell para o outro lado da cidade e descemos a Grafton street, uma das principais ruas comerciais da cidade até ao parque St. Stephen (St. Stephen’s Green). Apesar de ser um bonito parque e um dos mais importantes da cidade, o tempo não nos permitiu ficar aqui muito tempo e rapidamente seguimos até à nossa última paragem- a Catedral de São Patrício (St. Patrick’s Cathedral). O bilhete de entrada para a catedral custa 8 euros por pessoa e têm incluído a opção de se juntarem a uma visita guiada que começa de meia em meia hora. Confesso que nós começámos pela visita guiada mas rapidamente perdemos o interesse e visitámos a catedral por nossa conta.
A catedral de São Patrício é a Catedral Nacional da Igreja da Irlanda, uma igreja que fiz parte da Comunhão Anglicana. Segundo a tradição, São Patrício usava um poço que existia nas proximidades para baptizar quem se convertesse ao cristianismo e por isso se construiu uma pequena igreja para assinalar o local. O edifício que hoje ali se ergue foi construído em 1220 e ao longo dos séculos foi sobrevivendo a guerras e revoluções. Os bonitos vitrais datam do final do século XIX e inicio do século XX e vários artistas e entidades estiveram envolvidos na sua criação, a razão porque cada janela regista um diferente estilo artístico. Tal como o nome da catedral indica, esta igreja é dedicada ao mais famoso santo da Irlanda. Como tal abriga inúmeras representações de São Patrício. No entanto, como não se sabe ao certo como na verdade ele se parecia há muitas diferentes imagens do santo.
E assim terminava a nossa viagem a Dublin. Apesar de o seu começo ter sido atribulado, o tempo ser próprio de Janeiro e do pouco tempo, acabámos por adorar a cidade e principalmente a beleza natural da Irlanda.